Uma família inesquecível

Nunca é demais lembrar que a comemoração dos aniversários da Tupi rendeu campanhas pra lá de afetivas, dignas de um álbum de família. Bom demais recordar. Em 2005, a campanha celebrando os 70 anos da emissora (“70 anos marcando sua vida”) estampou na mídia um grande número de integrantes da Família Tupi. A programação incluía busdoor, outdoor, revista, trade etc. Essa peça, entre muitas, é bacana porque reúne uma parte (mas só parte, né? as estrelas da campanha eram muito mais que oito!!!) dos grandes nomes da rádio. E que permanecem gigantes, na Tupi ou fora dela (alguns, pena, partiram para o outro plano e já não estão mais entre nós). E todos, sem exceção, profissionais de alto quilate e amigos inesquecíveis. #TN22

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Com as pessoas que amo

Tá lá no Contrato Social da Todos Nós: “(…) datando seu início de atividades para 10 de agosto de 1998.” Então, oficialmente, é no dia de hoje que tudo começou. Poderia usar o clichê aqui “parece que foi ontem”. Mas não parece não, foi no milênio passado mesmo que entramos nessa caminhada, de virar agência e assumir os riscos que fazem parte de toda trajetória individual. Muita água abençoada rolou debaixo dessa ponte. Só tenho a agradecer. No meu coração, a Todos Nós é uma rua iluminada em que cada amigo e parceiro se estabeleceu para sempre. É um caminho pelo qual passo todo dia e que me levou aonde eu queria chegar, com as pessoas que amo. Obrigado a todos. TMJ!

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Libertação bem-vinda

Em a “História da riqueza no Brasil”, lançado em 2017, o historiador Jorge Caldeira ressalta como a economia brasileira era mantida encolhida a fórceps pelo reino português – em contraste com o desenvolvimento cultural, comercial e industrial desfrutado pelas colônias hispânicas que eram nossas vizinhas. O que trouxe ainda mais legitimidade à campanha que fizemos para celebração do centésimo-septuagésimo-quinto aniversário do Jornal do Commercio, em 2002. Em anúncios que foram da meia página à página dupla, o gancho era a confrontação entre o universo econômico do país em 1827 (ano da fundação do jornal) e a maturidade da nossa economia no início do terceiro milênio – com o jornal testemunhando a progressão. Vale destacar a leveza da logo dos 175 anos do JC criada pela Todos Nós, com o fundo emulando um página dupla em movimento. Cool.

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Quando autoproteção é proteção coletiva

Em tempos em que a autoproteção individual é parte integrante e indispensável da proteção coletiva, a mensagem do cuidado com a surdez ganha uma nova leitura. Os produtos da Agena protegem a audição e previnem a surdez, como a Todos Nós enfatizou em dezenas de peças da líder do segmento. E a boa audição previne o mau entendimento. É bom lembrar também que “cuidar das pessoas” não pode se restringir a um slogan eleitoreiro. E (desculpe a redundância, mas os tempos pedem hehe) que a autoproteção é cumprir com a nossa parte em prol do bem comum. Em português castiço, a propaganda é para os ouvidos, mas a mensagem é clara: use máscara.

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Bolinha chegou quicando

Job para a primeira loja da Green Grass na Região Serrana. Opa, uma grife de Ipanema chamada “Green Grass” chegando à Itaipava? Daí para o layout fazendo graça foi um pulo. Ou, melhor, uma tacada.

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História econômica do País

Não dá para contar a história da Todos Nós sem falar no IMIC, principal instituição econômica do Nordeste do país. A conta foi determinante na sedimentação da agência. O instituto por muitos anos editou a revista Desempenho, uma das mais acuradas publicações brasileiras de análise de performance corporativa. Seu intuitivo e visionário diretor comercial, Juracy Querino dos Reis, sempre apostou na expansão do instituto Brasil afora, com enorme sucesso. A Todos Nós foi parceira e testemunha.

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Antes de virar tendência

A narrativa heterodoxa sempre foi palavra de ordem na criação da Todos Nós. Quem disse que emissora FM popular não combinava com HQ? Convicta de que isso dava samba, pagode e sertanejo, a agência levou o discurso à mídia. Há quem considere hoje esta superposição de linguagens uma tendência. Da nossa parte, mais do que de acordo. Não à toa a gente já fazia isso 20 anos atrás. A Nativa FM, super parceira, que o diga.

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Assinando com grafite

Ontem eu falei das ruas de Petrópolis. Hoje, apesar do dia chuvoso, o destino é bem carioca: o Campo de Santana, a Central do Brasil e a Tupi. Nesta página inteira que a Todos Nós veiculou há uma década no Meio & Mensagem, o anúncio flagra uma época do Rio: a roupa dos transeuntes, o modelo dos carros etc. A Tupi, de tão referência que já era, nós encimamos nas placas ao redor da Praça da República. A foto enquadrava, na faixa de rolamento, o busdoor, anunciando os 75 anos da emissora, e a antena da Tupi, à direita do Morro da Providência. O layout era rabiscado mesmo, com os números de audiência (e liderança!) se espalhando sobre a imagem. A agência assinou a arte num grafite numa viga lateral do prédio da Central. A produção era simples, mas entrosada: tinha o João no volante e o Careca no registro. Duplinha afinada.

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Tesouro disputado

Há até hoje quem me pergunte sobre essa campanha, que fez muita gente ficar rodando a cidade atrás de faixas de pedestres. Bem, funcionou! A ideia era mesmo valorizá-las e o resultado superou as expectativas. A inspiração veio de uma campanha realizada pelo Jornal do Brasil na década de 80, com fotos de sobrados cariocas. O público do JB se deliciou com a promoção, tentando identificar cada fachada da cidade, tendo por pistas apenas pequenos detalhes. Verdade que as faixas de pedestres de Petrópolis não têm como rivalizar com a elegante arquitetura art noveau carioca, mas a brincadeira pegou. Teve lançamento da campanha com pompa e circunstância, em pleno Palácio Rio Negro, com a presença do prefeito e do secretariado. A estratégia promocional foi audaciosa, com um divertido comercial de 30″ e ações pontuais nas bancas de jornal do município. Inesquecível! Não raro, amigos de fora comentam comigo como o povo petropolitano respeita as faixas de pedestre. Não sei, não, mas uma pontinha de contribuição nisso a “Tesouro na Pista” deve ter…

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Chega de treva

Tudo que o Rio de Janeiro e o Brasil estão precisando neste momento é de um horizonte tranquilo, para a volta à normalidade. Que a peça que veiculamos para o SESC carioca comemorando a revitalização do Porto do Rio seja um prenúncio da revitalização da cidade e do país. Mais que nunca é necessário um horizonte iluminado. Chega de treva.

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A mais bonita da História

Segunda-feira já é tradicionalmente o dia mundial do futebol. Tudo bem que com as regras de isolamento só agora o futebol brasileiro volta aos campos (no Rio é que não; já voltou, já acabou e ninguém viu). Nestes 22 anos, a Todos Nós teve a satisfação de publicar centenas de peças com o futebol por tema, incluindo algumas que destacavam as Copas do Mundo vencidas pelo Brasil (foram cinco, coisa que país nenhum tem). Entre elas, a Copa de 70, dizem os especialistas, foi a mais bonita. Eu, que não sou especialista, também digo. #TN22

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Bom tempo nos trilhos

Todo mundo esperando o mundo voltar ao normal para viajar novamente, né? Ainda mais hoje, uma sexta-feira, dia tradicional de botar o pé na estrada e sair por aí. Ou nos trilhos, como esta peça que a Todos Nós criou para a Libertá Viagens há um bom tempo atrás. Bem, diante do novo normal, bota “bom tempo” nisso. #TN22

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Em cada esquina

Em Petrópolis presente e passado são almas gêmeas. Os 22 anos comemorados agora pela Todos Nós, por exemplo, são uma mera fração temporal no turbilhão do tempo na cidade – onde palacetes sesquicentenários ressurgiram como hotéis de charme. Este é o caso do Solar do Império, para quem tivemos o prazer de criar anúncios tendo por pano de fundo a História de Petrópolis. Fácil, né? aqui a história está, literalmente, em cada esquina.

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Marcas indeléveis

Hoje, 22/7, é um bom dia pra iniciar a comemorações (virtuais, né) dos 22 anos da Todos Nós. Futuquei o baú das campanhas – um caminhão-baú – e fui tirando o que deu (como são umas 30.000 peças, escolher ia dar mais trabalho que criar kkkk). Nós fomos separando sem seguir nenhum compromisso cronológico ou hierárquico, mas torcendo para o apanhado homenagear o maior número possível de amigos que trabalharam conosco (dos dois lados do balcão!), nesses longos e felizes 22 anos. Cada um deles deixou sua marca. E a logo TN22 já é um convite para você vir festejar com a gente, nessa rua que é de todos nós. Que rua? já lhe conto…

 

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