Hoje eu não quero escutar nada

A Agena é uma das líderes do mercado nacional quando o assunto é proteção na área industrial. O recente lançamento, divulgado pela Todos Nós nas midías técnicas do segmento, atesta a qualidade e versatilidade da sua produção. Além disso, hoje realmente eu não quero escutar nada sobre certos assuntos recém-postados. Para mim, é inegavelmente o dia certo para usar um bom abafador de ruído…

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Pra sair do purgatório

Os jornais enfatizam a má fase rubronegra como se o futebol apresentado pelos outros times cariocas fosse muito diferente do que vem jogando o Flamengo. Não é. Por isso, o clássico desse domingo é mais um de impossível prognóstico e inflamada torcida. Jogando bem ou mal, a vitória é o céu e a derrota é o inferno. A Tupi transmite. A Todos Nós divulga. Ambos torcem.

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Criando alternativas de mídia

A peça criada pela Todos Nós para veiculação no interior dos ônibus administrados pela Plurex traz a beleza de fora do Rio para quem está do lado de dentro. Tradicionalmente, a propaganda busca alternativas para atingir seu público-alvo e ampliar o conhecimento das marcas – e, se a exibidora é um dos maiores players no segmento, a maior marca carioca é a beleza das praias. Melhor é que o público-alvo nem precisa ter tanta sorte para olhar pela janela e ver a propaganda ao vivo. Afinal de contas, é o Rio.

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Bridge over troubled water

O jogo de hoje do Vasco merece ter “Bridge over troubled water”, de Simon & Garfunkel, por trilha sonora. Um resultado positivo pode conduzir os cruzmaltinos para o lado do sucesso, nesse segundo semestre. Um placar negativo pode lançar o clube nas águas revoltas da insegurança. Torçamos pelas águas plácidas do primeiro. A Tupi transmite.

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O mundo na palma da mão

A Libertà Viagens, operadora especializada no turismo corporativo, lançou o seu aplicativo, facilitando o procedimento de consulta, reserva e embarque de seu universo de clientes. A Todos Nós criou e disparou, na manhã dessa terça-feira, o webmail que divulga no mercado a chegada da nova ferramenta. Baixe o app e tenha o mundo na palma da mão.

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Notícias da semana

A Todos Nós – como sempre faz nos dias de jogos – publica anúncio nos jornais chamando para as sempre apaixonantes transmissões da Tupi. Sobre as notícias, porém, tem responsabilidade zero. Não pauta, nem inventa. Mas o post registra.

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A melhor das pedidas

Temperatura amena no Rio Janeiro e clima de fim de festa. Para os estrangeiros remanescentes da Copa do Mundo, a campanha em busdoor da Nativa FM – cuja audiência cresceu 4% nesse mês de junho e chegou a 80.000 ouvintes por minuto – sugere a melhor das pedidas: praia, sol e música. É aproveitar. E relaxar.

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Taí o que você queria

“Taí o que você queria”, abria as transmissões o saudoso Zé Cunha, no tempo em que o Brasil tinha o melhor futebol do mundo e a única forma de ver a íntegra dos clássicos no Maracanã era no vídeo tape da TVE, domingo, às 22h. Hoje mudou tudo. O melhor futebol do mundo é jogado na Europa e o Maracanã virou um shopping center sazonal que, vez por outra, recebe uns joguinhos dos times cariocas. Emoção nas transmissões você ainda encontra – no rádio, como hoje à noite, na Tupi.

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Sobre duas rodas é mais arriscado

As campanhas de prevenção aos acidentes se sucedem. Ainda assim, infelizmente, o cenário apresenta lentas transformações, e nem sempre favoráveis. O risco fatal – um absurdo com o qual nos acostumamos a conviver no noticiário e ao nosso redor – está sempre presente.  Há, porém, riscos e riscos; alguns são maiores. A evolução do tamanho da frota deixa claro quão mais arriscada é a segurança dos que se locomovem sobre duas rodas: se em 2002 já eram 2 milhões e meio de carros e 230 mil motos no Estado do Rio, com 352 acidentes fatais em automóveis (0,014% do total de carros em circulação no estado) e 239 acidentes fatais envolvendo motocicletas (0,103% do total de motos em circulação), em 2013 esses números foram muito mais preocupantes. O total de carros subiu a assombrosos 4,13 milhões, com o total de motocicletas mais que triplicando – são hoje 773 mil -, gerando 54% mais mortes sobre duas rodas do que 10 anos antes, de acordo com a Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde. Esses números retratam a forma como dirigimos. Há duas semanas, um amigo nosso, saindo do trabalho em sua moto e seguindo para casa, foi atropelado pelo automóvel de um advogado, que abandonou o local do acidente sem prestar socorro (a legislação protege quem evita o flagrante). A placa, entretanto, caída no chão, denunciou o agressor – cujo carro quebrou logo à frente, tendo sido rebocado, ocultado e depois descoberto. O motociclista havia feito tudo como manda o figurino. Foi salvo pelo capacete, que protegeu sua cabeça, mas não o fêmur, joelho, tíbia, quadril, braço, mão, ombro etc. Fato é que a conduta no trânsito revela mais sobre nosso nível de civilização do que o tamanho da economia pode disfarçar. Não obstante, não estamos condenados à barbárie: é sempre tempo de reformular conceitos e atitudes. Depende de cada um, principalmente quando esse um está no volante. Em tempo: o nosso amigo permanece internado, depois de 12 dias de hospital, 7 dias no CTI e 5 cirurgias. Amanhã enfrentará a sexta cirurgia. Que tudo corra bem e que Deus o abençoe. A todos nós.

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Todos Nós na área

A Copa do Mundo acabou e o batente agora é soberano. Se ninguém (ou a maioria) parou de trabalhar durante o Mundial, foi uma hipnose (adorável) coletiva que, agora finita, não nos deixa alternativa que não a rotina – que, além de também ser boa, paga as contas. A Todos Nós segue a toda velocidade. Mas sempre com tempo pra receber você, com a garantia do cafezinho. Pode vir que tem.

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Chucrute e obelisco

Beckenbauer: “Argentina não me convence. Vocês só têm o Messi. Já a Alemanha é uma equipe.” Passarela: “Então nós não precisamos jogar? Vocês já ganharam?” Foi o que nos sobrou. Assistir bate-boca de quem veio fazer festa na nossa casa. A Tupi, cujas novas instalações estão a apenas 1km do Maracanã, transmite a final da Copa do Mundo. A Todos Nós cria o anúncio e homenageia os competidores, fotografando o jornal Meia Hora nas ruas de Petrópolis, cidade de colonização alemã, e bem defronte a um obelisco semelhante ao da Avenida 9 de Julho, em Buenos Aires. E eles que se entendam.

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Era para ser a final

O torcedor, ainda em estado de choque, vê nas bancas a arte criada pela Todos Nós, chamando para o jogo Brasil x Holanda – que, há pouco mais de uma semana, sonhávamos como sendo a grande final da Copa. Será nosso último jogo no Mundial do Brasil – e torcemos para que seja um belo confronto, independentemente de quem vença. A Copa do Mundo merece. O público brasileiro também.

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Nana korobi, ya oki

Um antigo ditado japonês assinala: “Nana korobi, ya oki”. Ele diz: “Caia 7 vezes, levante 8 vezes”. Nada mais apropriado para o momento do futebol brasileiro. As glórias passadas não serão ofuscadas por essa derrota, mas podem ser  manchadas por desculpas. É hora de levantar e jogar. A Tupi transmite. A Todos Nós aplaude. O mundo reverencia.

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Sem mimimi. Nos poupem

Em primeiro plano, à direita, o busdoor criado pela Todos Nós para a Tupi simula uma entrevista. Enquanto isso, longe dali, muito se tenta explicar a derrocada do futebol brasileiro. Não nos diz respeito. O que importa aqui é a campanha da Tupi, com o impacto dos 3 busdoors em sequência, como você pode constatar na imagem clicada por João Benvenuti, e o Maracanã, palco da final da Copa do Mundo de 2014, ao fundo. O resto é mimimi. Ou blablablá.

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