Notícia bem apurada e distribuída

A campanha institucional do Jornal do Commercio para 2015 tem por destaque o jornal disseminando informação – porque essa é a principal incumbência de quem se propõe a apurar a notícia e distribuí-la da forma mais rápida e organizada. Não é à toa que o JC é lido em todos os pontos da cidade. Ninguém quer saber por último.

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As protagonistas

Nada combina mais com a cara do Rio do que a Tupi nas ruas. É a emissora líder, numa cidade que impõe cada vez mais o seu protagonismo. E, nos estádios, nas comunidades, nas esquinas, a Tupi se prepara para a comemoração dos seus 80 anos fazendo o que mais gosta: interagindo com os cariocas.

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A boa luz

Os bons negócios se saem ainda melhores sob a luz dos holofotes – e nada pode iluminá-los mais do que a divulgação adequada. A peça de mídia interna criada pela Todos Nós para a Plurex sinaliza como anunciantes de todos os segmentos podem se beneficiar com a grade de alternativas oferecida pelas grandes exibidoras. Se o produto ou serviço anunciado tem qualidade, uma boa luz revela, amplifica e fascina. Todo mundo fica bem melhor.

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De balas e amendoins

Em março de 1996, há 19 anos atrás, eu assinava um artigo na revista Marketing (no 276) onde eu falava do Paulinho. O sujeito vendia amendoins. Ia de mesa em mesa. Na avaliação dele, em cada seis abordagens, em uma ele concretizava negócio. Boa margem. Eu me inspirei nele para um comparativo na estratégia de venda de assinaturas dos jornais de então. Os anos 90 foram um período de enorme competitividade na circulação de jornais. Estavam todos às voltas com promoções diversas – e querendo vender jornais como quem vende bala no sinal (a propósito, já estavam todos efetivamente vendendo jornal nos sinais). Foi um período dinâmico. Teve de um tudo. Fato é que os sucessivos recordes de vendas obtidos na época nunca mais serão atingidos. Quem viu, viu (ou melhor – quem leu, leu). No mais, virou história.

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São as águas de março

Partida entre Flamengo e Vasco suspensa agora no Maracanã. Os jogadores vão para o vestiário, enquanto o juiz aguarda que a chuva amaine e o gramado possa ser drenado. O craque Apolinho, no ar pela Super Rádio Tupi, já cantou: “São as águas de março fechando o verão”. É Flamengo 1×0, é bola, é poça, é chute na trave – as águas de março sempre fazem recordar o grande mestre Tom Jobim. A Todos Nós criou o anúncio veiculado hoje nos jornais e está atenta na transmissão. Você pode escutar em 96,5 FM, 1.280 AM ou pela internet. É promessa de vida no meu coração.

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O mínimo, pelo máximo

Petrópolis comemorou 172 anos anteontem de forma tranquila, em um dia de céu claro. No início da Rua do Imperador, o painel criado para a campanha de conscientização no trânsito segue cumprindo sua finalidade. “Faça o mínimo, pelo máximo: respeite a vida.” O slogan diz tudo.

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Em todas as esquinas, o JC

Os ângulos trabalhados pela Todos Nós na nova campanha do Jornal do Commercio flagra o leitor, com o jornal em mãos, nas ruas do Rio. O conceito traz dinâmica e agressividade às peças, valorizando a presença do JC na rotina da cidade. O slogan sugerido, “O jornal que o Rio descobriu”, reforça a ligação entre a publicação e os cariocas.

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Ilustrações sob medida

A Todos Nós vem desenvolvendo para a Agena EPI – uma das líderes no segmento de protetores de audição – uma série de peças de cunho técnico, demonstrando nos anúncios e embalagens o modo de uso dos equipamentos fabricados pela empresa. Para tanto, nada mais adequado do que a criação de ilustrações para cada movimento, detalhando minuciosamente as etapas de colocação e ajuste.

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Beleza em excesso

Na próxima segunda-feira, Petrópolis completa 172 anos. Continua exuberante, apesar da passagem do tempo. O centro da cidade permanece quase intocado e oferece jóias como a Catedral São Pedro de Alcântara. Sua beleza, ímpar, inspirou a bem-humorada peça publicitária criada pela Todos Nós para a 16:Flats, estimulando os visitantes a desfrutarem das atrações da cidade e a se hospedarem no ambiente de conforto, design e funcionalidade dos seus flats.

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O Rio, a França e o JC

O Rio que comemora 450 anos é o cenário onde se desenvolve a nova campanha do Jornal do Commercio, criada pela Todos Nós. E, se o nascimento do Rio foi provocado pela presença francesa na Baía de Guanabara, a Casa França-Brasil, ao fundo, traz ainda mais significado a essa campanha que é uma verdadeira celebração: o Rio, meio tupi, meio português, e o JC, que nasceu francês e virou carioca, são referências vivas de uma história que começou há muito tempo atrás.

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Juntinho com o torcedor da Tupi

A Todos Nós criou o anúncio veiculado hoje nos jornais cariocas, chamando para mais uma transmissão líder de audiência da Super Rádio Tupi. Intensa e divertida como pede uma apaixonada jornada esportiva, a peça traz ao fundo e ao redor os torcedores da emissora segurando a grande placa com o jogo a ser transmitido. E, como você constata, hoje, no fim da noite, tem Botafogo x Fluminense. O ouvinte da Tupi escuta também, mais cedo (veja chamada no pé da página), o confronto entre Vasco e Bonsucesso. É a Tupi na banca, no rádio, na web, no campo.

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Simples. E direto

A campanha idealizada pela Todos Nós para o Jornal do Commercio em 2015 flagra o leitor do JC no instante em que ele consome o produto (logo após adquiri-lo na banca). O conceito se basta e está todo ele na linguagem visual: as peças prescindem de texto de apoio. Na maioria delas, a imagem de fundo dá suporte à ação, replicando algum material do Jornal do Commercio empregado na mídia externa. Em contraponto ao discurso excessivo da comunicação hoje dominante – e, muitas vezes, dispersivo -, a Todos Nós propõe para o JC uma singular objetividade. O que é bem a cara do Jornal do Commercio.

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Cada vez mais forte

O tempo passa. E, sob sua lente, podemos rever opiniões do passado – ou mesmo confirmá-las. Há quinze anos, já era pra lá de velha a história de que o rádio, como meio de comunicação, estava por um fio. Ao longo das décadas, desde a chegada da TV (em 1950!), o mercado repetia esse mantra condenatório. No ano 2000, fui convidado pela Editora Referência, de São Paulo, para escrever o artigo de fundo de uma edição dedicada ao então panorama do rádio no país. Reiterei minha confiança na viabilidade comercial e conceitual de um meio que considerava diferenciado e que acreditava subsistiria em meio às novas plataformas de comunicação – como já havia remanescido frente às anteriores. Bingo. No novo universo multimídia, o rádio permaneceu forte. A internet, ao invés de defenestrá-lo, multiplicou seu alcance e suas possibilidades de acesso, cobertura e interatividade, agraciando o público e o mercado com um canal de informação ainda mais potente. O artigo, apesar de amarelado pela passagem do tempo, estava certo. Sorte de quem apostou no rádio.

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Pra São Sebastião

O Rio de Janeiro passou o domingo comemorando os seus 450 anos. A Todos Nós, que já havia criado a campanha de parabenização do Jornal do Commercio à cidade, desenvolveu uma nova meia página especial para a data. O Rio merece.

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