Libertação bem-vinda

Em a “História da riqueza no Brasil”, lançado em 2017, o historiador Jorge Caldeira ressalta como a economia brasileira era mantida encolhida a fórceps pelo reino português – em contraste com o desenvolvimento cultural, comercial e industrial desfrutado pelas colônias hispânicas que eram nossas vizinhas. O que trouxe ainda mais legitimidade à campanha que fizemos para celebração do centésimo-septuagésimo-quinto aniversário do Jornal do Commercio, em 2002. Em anúncios que foram da meia página à página dupla, o gancho era a confrontação entre o universo econômico do país em 1827 (ano da fundação do jornal) e a maturidade da nossa economia no início do terceiro milênio – com o jornal testemunhando a progressão. Vale destacar a leveza da logo dos 175 anos do JC criada pela Todos Nós, com o fundo emulando um página dupla em movimento. Cool.

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Quando autoproteção é proteção coletiva

Em tempos em que a autoproteção individual é parte integrante e indispensável da proteção coletiva, a mensagem do cuidado com a surdez ganha uma nova leitura. Os produtos da Agena protegem a audição e previnem a surdez, como a Todos Nós enfatizou em dezenas de peças da líder do segmento. E a boa audição previne o mau entendimento. É bom lembrar também que “cuidar das pessoas” não pode se restringir a um slogan eleitoreiro. E (desculpe a redundância, mas os tempos pedem hehe) que a autoproteção é cumprir com a nossa parte em prol do bem comum. Em português castiço, a propaganda é para os ouvidos, mas a mensagem é clara: use máscara.

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Bolinha chegou quicando

Job para a primeira loja da Green Grass na Região Serrana. Opa, uma grife de Ipanema chamada “Green Grass” chegando à Itaipava? Daí para o layout fazendo graça foi um pulo. Ou, melhor, uma tacada.

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História econômica do País

Não dá para contar a história da Todos Nós sem falar no IMIC, principal instituição econômica do Nordeste do país. A conta foi determinante na sedimentação da agência. O instituto por muitos anos editou a revista Desempenho, uma das mais acuradas publicações brasileiras de análise de performance corporativa. Seu intuitivo e visionário diretor comercial, Juracy Querino dos Reis, sempre apostou na expansão do instituto Brasil afora, com enorme sucesso. A Todos Nós foi parceira e testemunha.

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Antes de virar tendência

A narrativa heterodoxa sempre foi palavra de ordem na criação da Todos Nós. Quem disse que emissora FM popular não combinava com HQ? Convicta de que isso dava samba, pagode e sertanejo, a agência levou o discurso à mídia. Há quem considere hoje esta superposição de linguagens uma tendência. Da nossa parte, mais do que de acordo. Não à toa a gente já fazia isso 20 anos atrás. A Nativa FM, super parceira, que o diga.

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Assinando com grafite

Ontem eu falei das ruas de Petrópolis. Hoje, apesar do dia chuvoso, o destino é bem carioca: o Campo de Santana, a Central do Brasil e a Tupi. Nesta página inteira que a Todos Nós veiculou há uma década no Meio & Mensagem, o anúncio flagra uma época do Rio: a roupa dos transeuntes, o modelo dos carros etc. A Tupi, de tão referência que já era, nós encimamos nas placas ao redor da Praça da República. A foto enquadrava, na faixa de rolamento, o busdoor, anunciando os 75 anos da emissora, e a antena da Tupi, à direita do Morro da Providência. O layout era rabiscado mesmo, com os números de audiência (e liderança!) se espalhando sobre a imagem. A agência assinou a arte num grafite numa viga lateral do prédio da Central. A produção era simples, mas entrosada: tinha o João no volante e o Careca no registro. Duplinha afinada.

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Tesouro disputado

Há até hoje quem me pergunte sobre essa campanha, que fez muita gente ficar rodando a cidade atrás de faixas de pedestres. Bem, funcionou! A ideia era mesmo valorizá-las e o resultado superou as expectativas. A inspiração veio de uma campanha realizada pelo Jornal do Brasil na década de 80, com fotos de sobrados cariocas. O público do JB se deliciou com a promoção, tentando identificar cada fachada da cidade, tendo por pistas apenas pequenos detalhes. Verdade que as faixas de pedestres de Petrópolis não têm como rivalizar com a elegante arquitetura art noveau carioca, mas a brincadeira pegou. Teve lançamento da campanha com pompa e circunstância, em pleno Palácio Rio Negro, com a presença do prefeito e do secretariado. A estratégia promocional foi audaciosa, com um divertido comercial de 30″ e ações pontuais nas bancas de jornal do município. Inesquecível! Não raro, amigos de fora comentam comigo como o povo petropolitano respeita as faixas de pedestre. Não sei, não, mas uma pontinha de contribuição nisso a “Tesouro na Pista” deve ter…

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Chega de treva

Tudo que o Rio de Janeiro e o Brasil estão precisando neste momento é de um horizonte tranquilo, para a volta à normalidade. Que a peça que veiculamos para o SESC carioca comemorando a revitalização do Porto do Rio seja um prenúncio da revitalização da cidade e do país. Mais que nunca é necessário um horizonte iluminado. Chega de treva.

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A mais bonita da História

Segunda-feira já é tradicionalmente o dia mundial do futebol. Tudo bem que com as regras de isolamento só agora o futebol brasileiro volta aos campos (no Rio é que não; já voltou, já acabou e ninguém viu). Nestes 22 anos, a Todos Nós teve a satisfação de publicar centenas de peças com o futebol por tema, incluindo algumas que destacavam as Copas do Mundo vencidas pelo Brasil (foram cinco, coisa que país nenhum tem). Entre elas, a Copa de 70, dizem os especialistas, foi a mais bonita. Eu, que não sou especialista, também digo. #TN22

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Bom tempo nos trilhos

Todo mundo esperando o mundo voltar ao normal para viajar novamente, né? Ainda mais hoje, uma sexta-feira, dia tradicional de botar o pé na estrada e sair por aí. Ou nos trilhos, como esta peça que a Todos Nós criou para a Libertá Viagens há um bom tempo atrás. Bem, diante do novo normal, bota “bom tempo” nisso. #TN22

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Em cada esquina

Em Petrópolis presente e passado são almas gêmeas. Os 22 anos comemorados agora pela Todos Nós, por exemplo, são uma mera fração temporal no turbilhão do tempo na cidade – onde palacetes sesquicentenários ressurgiram como hotéis de charme. Este é o caso do Solar do Império, para quem tivemos o prazer de criar anúncios tendo por pano de fundo a História de Petrópolis. Fácil, né? aqui a história está, literalmente, em cada esquina.

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Marcas indeléveis

Hoje, 22/7, é um bom dia pra iniciar a comemorações (virtuais, né) dos 22 anos da Todos Nós. Futuquei o baú das campanhas – um caminhão-baú – e fui tirando o que deu (como são umas 30.000 peças, escolher ia dar mais trabalho que criar kkkk). Nós fomos separando sem seguir nenhum compromisso cronológico ou hierárquico, mas torcendo para o apanhado homenagear o maior número possível de amigos que trabalharam conosco (dos dois lados do balcão!), nesses longos e felizes 22 anos. Cada um deles deixou sua marca. E a logo TN22 já é um convite para você vir festejar com a gente, nessa rua que é de todos nós. Que rua? já lhe conto…

 

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Dupla efeméride

Folheando algumas revistas antigas, encontrei alguns anúncios emblemáticos criados pela Todos Nós. Este, de página inteira, foi publicado em outubro de 2003, nas comemorações dos 50 anos da Petrobras – sintomaticamente, quando a construtora do nosso cliente, Queiroz Galvão, completava também meio século de atuação.

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Cliente companheiro

De quando uma peça publicitária permanece útil mesmo 15 anos depois: este marcador de livros, que fizemos para o Jornal do Commercio, ainda é meu companheiro de muitas leituras. O jornal, que até alguns anos atrás era um dos mais antigos periódicos ainda em circulação na América do Sul, não resistiu à chegada da realidade digital. Mas, aqui comigo, ainda vai resistir por muito tempo. Pode apostar.

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