Bridge over troubled water

O jogo de hoje do Vasco merece ter “Bridge over troubled water”, de Simon & Garfunkel, por trilha sonora. Um resultado positivo pode conduzir os cruzmaltinos para o lado do sucesso, nesse segundo semestre. Um placar negativo pode lançar o clube nas águas revoltas da insegurança. Torçamos pelas águas plácidas do primeiro. A Tupi transmite.

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O mundo na palma da mão

A Libertà Viagens, operadora especializada no turismo corporativo, lançou o seu aplicativo, facilitando o procedimento de consulta, reserva e embarque de seu universo de clientes. A Todos Nós criou e disparou, na manhã dessa terça-feira, o webmail que divulga no mercado a chegada da nova ferramenta. Baixe o app e tenha o mundo na palma da mão.

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Notícias da semana

A Todos Nós – como sempre faz nos dias de jogos – publica anúncio nos jornais chamando para as sempre apaixonantes transmissões da Tupi. Sobre as notícias, porém, tem responsabilidade zero. Não pauta, nem inventa. Mas o post registra.

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A melhor das pedidas

Temperatura amena no Rio Janeiro e clima de fim de festa. Para os estrangeiros remanescentes da Copa do Mundo, a campanha em busdoor da Nativa FM – cuja audiência cresceu 4% nesse mês de junho e chegou a 80.000 ouvintes por minuto – sugere a melhor das pedidas: praia, sol e música. É aproveitar. E relaxar.

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Taí o que você queria

“Taí o que você queria”, abria as transmissões o saudoso Zé Cunha, no tempo em que o Brasil tinha o melhor futebol do mundo e a única forma de ver a íntegra dos clássicos no Maracanã era no vídeo tape da TVE, domingo, às 22h. Hoje mudou tudo. O melhor futebol do mundo é jogado na Europa e o Maracanã virou um shopping center sazonal que, vez por outra, recebe uns joguinhos dos times cariocas. Emoção nas transmissões você ainda encontra – no rádio, como hoje à noite, na Tupi.

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Sobre duas rodas é mais arriscado

As campanhas de prevenção aos acidentes se sucedem. Ainda assim, infelizmente, o cenário apresenta lentas transformações, e nem sempre favoráveis. O risco fatal – um absurdo com o qual nos acostumamos a conviver no noticiário e ao nosso redor – está sempre presente.  Há, porém, riscos e riscos; alguns são maiores. A evolução do tamanho da frota deixa claro quão mais arriscada é a segurança dos que se locomovem sobre duas rodas: se em 2002 já eram 2 milhões e meio de carros e 230 mil motos no Estado do Rio, com 352 acidentes fatais em automóveis (0,014% do total de carros em circulação no estado) e 239 acidentes fatais envolvendo motocicletas (0,103% do total de motos em circulação), em 2013 esses números foram muito mais preocupantes. O total de carros subiu a assombrosos 4,13 milhões, com o total de motocicletas mais que triplicando – são hoje 773 mil -, gerando 54% mais mortes sobre duas rodas do que 10 anos antes, de acordo com a Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde. Esses números retratam a forma como dirigimos. Há duas semanas, um amigo nosso, saindo do trabalho em sua moto e seguindo para casa, foi atropelado pelo automóvel de um advogado, que abandonou o local do acidente sem prestar socorro (a legislação protege quem evita o flagrante). A placa, entretanto, caída no chão, denunciou o agressor – cujo carro quebrou logo à frente, tendo sido rebocado, ocultado e depois descoberto. O motociclista havia feito tudo como manda o figurino. Foi salvo pelo capacete, que protegeu sua cabeça, mas não o fêmur, joelho, tíbia, quadril, braço, mão, ombro etc. Fato é que a conduta no trânsito revela mais sobre nosso nível de civilização do que o tamanho da economia pode disfarçar. Não obstante, não estamos condenados à barbárie: é sempre tempo de reformular conceitos e atitudes. Depende de cada um, principalmente quando esse um está no volante. Em tempo: o nosso amigo permanece internado, depois de 12 dias de hospital, 7 dias no CTI e 5 cirurgias. Amanhã enfrentará a sexta cirurgia. Que tudo corra bem e que Deus o abençoe. A todos nós.

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Todos Nós na área

A Copa do Mundo acabou e o batente agora é soberano. Se ninguém (ou a maioria) parou de trabalhar durante o Mundial, foi uma hipnose (adorável) coletiva que, agora finita, não nos deixa alternativa que não a rotina – que, além de também ser boa, paga as contas. A Todos Nós segue a toda velocidade. Mas sempre com tempo pra receber você, com a garantia do cafezinho. Pode vir que tem.

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Chucrute e obelisco

Beckenbauer: “Argentina não me convence. Vocês só têm o Messi. Já a Alemanha é uma equipe.” Passarela: “Então nós não precisamos jogar? Vocês já ganharam?” Foi o que nos sobrou. Assistir bate-boca de quem veio fazer festa na nossa casa. A Tupi, cujas novas instalações estão a apenas 1km do Maracanã, transmite a final da Copa do Mundo. A Todos Nós cria o anúncio e homenageia os competidores, fotografando o jornal Meia Hora nas ruas de Petrópolis, cidade de colonização alemã, e bem defronte a um obelisco semelhante ao da Avenida 9 de Julho, em Buenos Aires. E eles que se entendam.

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Era para ser a final

O torcedor, ainda em estado de choque, vê nas bancas a arte criada pela Todos Nós, chamando para o jogo Brasil x Holanda – que, há pouco mais de uma semana, sonhávamos como sendo a grande final da Copa. Será nosso último jogo no Mundial do Brasil – e torcemos para que seja um belo confronto, independentemente de quem vença. A Copa do Mundo merece. O público brasileiro também.

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Nana korobi, ya oki

Um antigo ditado japonês assinala: “Nana korobi, ya oki”. Ele diz: “Caia 7 vezes, levante 8 vezes”. Nada mais apropriado para o momento do futebol brasileiro. As glórias passadas não serão ofuscadas por essa derrota, mas podem ser  manchadas por desculpas. É hora de levantar e jogar. A Tupi transmite. A Todos Nós aplaude. O mundo reverencia.

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Sem mimimi. Nos poupem

Em primeiro plano, à direita, o busdoor criado pela Todos Nós para a Tupi simula uma entrevista. Enquanto isso, longe dali, muito se tenta explicar a derrocada do futebol brasileiro. Não nos diz respeito. O que importa aqui é a campanha da Tupi, com o impacto dos 3 busdoors em sequência, como você pode constatar na imagem clicada por João Benvenuti, e o Maracanã, palco da final da Copa do Mundo de 2014, ao fundo. O resto é mimimi. Ou blablablá.

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Não dá pra saltar sem ver

A campanha elaborada pela Todos Nós para a Plurex contemplou os espaços internos da frota. As peças criadas, de cunho institucional, valorizam o impacto causado pela publicidade em ônibus. Cada uma das artes trabalha uma referência diferente, tendo por unidade o conceito da campanha. E, por fim, a expressão da modelo fala muito do nosso estado de espírito, com o resultado futebolístico do jogo de ontem. Vida que segue.

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Chega de festa de alemão

A Bauernfest – a festa do colono alemão – acabou anteontem, em Petrópolis. Foi bom, mas já deu. Por isso, a Alemanha que não nos venha de gracinhas, a estragar a comemoração brasileira. Desfalcado, o Brasil já chorou suas pitangas e tem que superar, além dos próprios desfalques, o bom time adversário. Seja como for, a Tupi é líder absoluta nessa Copa do Mundo e está com a Seleção onde ela estiver. A Todos Nós também.

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Faça o mínimo. Pelo máximo

As campanhas educativas buscam conscientizar os motoristas para a gravidade do trânsito no país. No Estado do Rio de Janeiro, tivemos em 2013 um total de 357 acidentes fatais – contra 600 em 2005. A redução de 40,5% é uma notícia alvissareira, principalmente quando consideramos que a frota no estado subiu de 2,8 milhões para 4,1 milhões de automóveis, um inaceitável aumento de 46,5% (dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade, da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde). Houvesse o número de óbitos subido na mesma proporção, teriam sido 878 mortes. Não creio que o mérito seja das campanhas publicitárias, isoladamente – provavelmente, a Lei Seca, a maturidade social e o próprio noticiário tenham tido enorme influência no espírito da população ao volante. Não obstante, 357 acidentes fatais com carros em um ano (uma perda de uma pessoa querida por dia) permanece sendo um número absurdo. E, sejam quais forem os fatores de influência para que esses índices sejam reduzidos, torcemos – e trabalhamos – para que essa história seja modificada. Vida merece respeito. De todos nós.

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