Rasgando a cidade

Um outro cliente para quem tivemos a satisfação de criar inúmeras peças no final dos anos 90 e início dos anos 2000 foi a CPT (hoje CPTrans). Um dos anúncios reverenciava, de forma bem humorada, a chegada dos colonos alemães – como se a CPT já colocasse poste e placa de trânsito enquanto eles erguiam a cidade de Petrópolis. Mas nem tanto.

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Agenda verde para a Queiroz Galvão

No inicio dos anos 2000 a TODOS NÓS foi contratada para criar os anúncios da Queiroz Galvão. Certamente a campanha de mais repercussão foi a da divulgação do Rodoanel – uma obra de porte que mereceu mídia nacional, onde veiculamos uma página na revista Veja e anúncios de meia página nos principais jornais de Rio e São Paulo (Folha, Estadão, JB e O Globo). Mas peças valorizando o comprometimento da empresa com a questão ambiental nos motivava mais do que qualquer outro job. A pauta do meio ambiente sempre foi especial para a agência, como neste anúncio de página inteira.

 

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As perguntas certas

A partir de 2001 tivemos a oportunidade de merecer também a conta do Jornal do Commercio. Um dos jornais mais antigos da América Latina ainda em circulação (à época), criar para o JC sempre foi um prazer. Em década e meia de atendimento – até o triste encerramento do jornal – foram centenas de materiais criados e veiculados. Algumas peças tinham uma inserção que extrapolava a mera questão publicitária, como a campanha criada em 2001 visando as eleições presidenciais de 2002. O caderno especial com as respostas dos candidatos às questões essenciais, mais do que um documento, foi um compromisso de governo (que não sabíamos seria cumprido). Uma foto que achamos nos próprios arquivos do JC dizia muito do que pensávamos.

partir de 2001 tivemos a oportunidade de merecer também a conta do Jornal do Commercio. Um dos jornais mais antigos da América Latina ainda em circulação (à época), criar para o JC sempre foi um prazer. Em década e meia de atendimento – até o triste encerramento do jornal – foram centenas de materiais criados e veiculados. Algumas peças tinham uma inserção no mercado que extrapolava a mera questão publicitária, como a campanha criada em 2001 visando as eleições presidenciais de 2002. Um caderno especial com as respostas dos candidatos às mesmas questões seria uma espécie de compromisso de governo. Uma foto que achamos nos próprios arquivos do JC dizia tudo que queríamos perguntar.
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Para falar bem de coisa boa

Era 2001. Entrou um fax nos convidando a participar de uma licitação para atender a Câmara Municipal de Petrópolis. Demorei a atinar sobre como a instituição nos achou. Me ocorreu que tínhamos leiautado, a pedido de um cliente local, uma faixa – isso mesmo, essas faixas de pendurar em poste – parabenizando um vereador, que havia prometido melhorias na Rua Teresa. Tivemos que tirar dúvidas da grafia do nome do vereador e com isso nosso telefone ficou registrado. Quando surge uma licitação, é praxe – e de bom-tom – comunicar o maior número de possíveis fornecedores. Foi aí que o fax apareceu. Resolvemos participar e entramos na licitação. Sorte de principiante: em meio às doze agências participantes, o melhor conjunto de técnica e preço acabou sendo o nosso. Em menos de um ano criamos centenas de peças. Foi uma oportunidade apaixonante para falar bem de Petrópolis.

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A gente já sabia

Ao longo destes 20 anos, o parceiro para o qual certamente mais produzimos peças foi a Super Rádio Tupi. Foram milhares! Por isso, por mais que queiramos selecionar peças especiais para celebrar estes 20 anos, dificil escolher. A dificuldade de estabelecer um critério, porém, já é um critério em si. Algumas simplesmente não podem ficar de fora. São relevantes demais, por contarem a história da emissora. Como esta, de março de 2003, uma das primeiras peças a comemorar a conquista da liderança da Super Rádio Tupi no Rio de Janeiro. Líder há quinze anos, líder hoje. Uma emissora à frente do seu tempo.

 

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Um time carioca e um visionário baiano

Mais do que simplesmente atender a conta publicitária da revista Desempenho – que já era para nós uma excepcional conquista -, a Todos Nós foi a responsável por gerir a ação comercial do instituto na região Sudeste, realizando eventos anuais de premiação empresarial. As fotos registram a equipe da agência reunida nas edições de 2001 a 2004, nos salões do Sheraton Leblon e do Hotel Glória. Junto ao time da Todos Nós, o prestígio da presença do diretor comercial do IMIC, Juracy Reis – idealizador e principal artífice deste projeto. Salve, Jura! A Todos Nós se ajoelha e te pede a benção.

 

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Tempero baiano

Ainda em 1999 a Todos Nós ganhou a conta do IMIC – Instituto Miguel Calmon de Análises Econômicas. Sediado em Salvador, o instituto editava a prestigiada revista Desempenho e tinha por objetivo expandir a sua presença a nível nacional. A Todos Nós foi parte entusiasmada deste projeto e deteve a conta por sete anos, quando a operação foi reformulada e o fornecimento pormenorizado de conteúdo contábil – que era o carro-chefe da revista – se tornou digital.

 

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Fab Six Forever

Uma coisa que a gente sempre valorizou na Todos Nós foi a essência do que é ser, na prática, “Todos Nós”. Sermos um coletivo – duas décadas antes de inventarem a expressão. Sermos um por todos e todos por um: meio mosqueteiros, meio saltimbancos. Sermos uma família – diferente da familia que a gente tem em casa, mas, ainda assim, uma família. Este sentimento transborda das fotos que fizemos nestes 20 anos. Das mais antigas às mais recentes, nunca houve tempo ruim pra essa galera. Sem ter noção disso (nunca se tem…), a gente fazia as fotos que guardariam aquele nosso espírito para sempre, como este bando de malucos em frente à Catedral. Da esquerda para a direita, Ana Rosa, Elisângela Lemos, Ana Puterman, André Geronymo, Roberta Daudt e eu. Os pioneiros.

 

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Rua cheia e conta nova

Estávamos em 1999… Indócil, tentando multiplicar o número de consumidores cariocas, a Todos Nós criou para a Rua Teresa uma série de comerciais de rádio e programou de cara a líder do horário no Rio. O texto dos spots era descontraído demais para a época e já “no jeito” para a comunicadora Cidinha Campos gravar como testemunhais. Foi uma pancada. O sucesso dos spots de 30″ foi tal que a rua encheu, a campanha virou case premiado (a nível nacional!) e a Todos Nós fechou um contrato de dois anos como agência exclusiva da emissora que veiculou o flight. Foi assim que a Todos Nós se tornou a nova (então) agência de propaganda da Super Rádio Tupi. O “pergaminho” acima comprova a data: foi no século passado.

 

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O primeiro a gente nunca esquece

Pra falar dos 20 anos da Todos Nós, o melhor é contar por onde tudo começou. Era 1998. Seu Edmundo queria uma Rua Teresa grande e convidou uma agência pequena pra fazer isso acontecer. Foi o primeiro (a gente nunca esquece!) grande job da Todos Nós. E não começamos miudinho, não: fizemos logo um filme 30”, com versões 45”, para rodar na Globo (à época, Serramar). A partir daí, a agência foi convidada a participar da criação da própria Associação da Rua, iniciando uma sequência que criou e veiculou centenas de trabalhos na grande mídia carioca.

 

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Em 10 de agosto de 1998…

É hoje! 10 de agosto de 2018. A TODOS NÓS completa 20 anos. Quem poderia dizer que uma pequena agência de publicidade, fundada na serra por um carioca imigrado, no fim dos anos 90, iria garbosamente atingir – e superar! – duas décadas de atividade? Bem, eu, certamente, não diria. Ao deixar o Rio, os amigos me chamaram de louco. Eu acho até que eles estavam certos: a Todos Nós é, até hoje, uma feliz e divertida “loucura”. Eu, carteirinha número um de peão da TN, um dos tantos beneficiados com a sua trajetória de sucesso, só posso agradecer. E agradecer também às centenas de pessoas que escreveram as páginas desta história até aqui. O futuro vem sendo um amigo generoso, mas permaneço sem bola de cristal – grato e confiante. E é muito bom saber que este livro permanece aberto, sendo escrito. Obrigado!

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Todos Nós. Desde 1998

A Todos Nós completa agora neste fim de julho 20 anos de ininterrupta atividade em prol da prestigiada publicidade brasileira… e o que importa é que vai ter camiseta! O protótipo da camisa comemorativa das duas décadas de propaganda já saiu do forno. Mas voltou. Ajustes. Sacomé. Eu não quero nem saber. Vesti a minha e saí poraí. Mas a definitiva já, já, chega. Se parece que foi ontem? Pior que não. Foi no século passado que tudo começou. Muita gente boa ralou para construir esta história – que a gente, com orgulho, carrega no peito.

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Sempre no alto

Ousada, a Super Rádio Tupi está sempre na melhor posição – o planeta todo é testemunha. O mundialmente renomado físico polonês Jan Sokolowski, professor da Universidade de Lorraine, em Nancy, França, esteve no fim de semana na Cadeg, em Benfica, clicou e postou no Instagram. Lá no alto, a Tupi, com sua equipe de craques, em mais uma peça criada pela Todos Nós. Resumindo, seja na França, na Polônia ou nas terras cariocas, a Tupi está sempre por cima. Merecidamente.

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De frente pra parada

A Todos Nós, confiante, está desde cedo tentando contato com as principais exibidoras, tentando viabilizar a instalação ainda para hoje. Pra dar aquela apimentada. Local bom nós já achamos.

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