Idealismo de resultados

Vinte e três anos não formam uma data redonda, mas concretizam uma longa estrada. Um trajeto feito até aqui com comprometimento, idealismo e resultados. A pequenina Todos Nós é quem é não pelo que você é ou pelo que eu sou, mas pelo que nós somos. Ela é fruto do trabalho e do talento de centenas de pessoas. É fato que, em um momento tão triste para o Brasil, com tantas perdas insubstituíveis, não há o que comemorar. Mas há sempre espaço para uma homenagem simples, que não esconda o nosso carinho e gratidão. No mais, resta a expectativa de ver o nosso país se recuperar. Porque isso também vai passar.

Agência | 2 Comentários

Não teve medalha, mas teve cetro e coroa

Bacana também foi envolver a 16:FLATS, em Petrópolis, com as Olímpiadas sediadas no Rio. E que deu super certo: a cidade lotou de cariocas fugindo da invasão internacional. Era pule de dez: por mais energia positiva que um evento dessa dimensão proporcione, não falta quem queira só paz e tranquilidade.  E isso Petrópolis tem (e sempre teve) de sobra. Assim, se teve alguém que bateu todos os recordes nesta Olímpiada, foi a Cidade Imperial.

Agência | Comente

E ainda prometeram limpar a baía, né?

Há cinco anos o Rio de Janeiro sediava os Jogos Olímpicos. A Todos Nós criou para o Jornal do Commercio um anúncio de meia página celebrando a realização do maior evento mundial que a cidade recebeu em toda a sua história. Mó orgulho. Mas pena que o que poderia ter sido um pódio para a cidade e para o país foi uma oportunidade desperdiçada. Cá entre nós, dava para prever. Muito dinheiro público disponível e a disputa pelas medalhas foi suplantada pela disputa pelas licitações. Como o pessoal gosta muito de repetir, “o brasileiro não desiste nunca”. Faltou explicar do que a gente não desiste.

Agência | Comente

Gigatuíte. Copyright é nosso

Há dez anos a Todos Nós revolucionou o conceito de sites de agências de propaganda. Tirou todo o excesso. Limou toda a auto-promoção, todo o marketês e  todo o embromation. Ficaram os clientes e as peças. O registro destes 10 anos está aqui, nas páginas do nosso site. A pandemia fez o relógio da história parar de girar, por algum tempo. Mas está tudo lá (aqui hehe). E a nossa confiança era tão grande no novo formato que chegamos a anunciá-lo, num gigatuíte que cruzou as ruas do Rio.

Agência | Comente

Tudo o mais

Uma peça que eu gostei de criar para o Dia dos Namorados nem falava na data. Foi feita para o restaurante Real Astoria, cujo prato principal era a vista espetacular – ainda que a comida fosse também bem agradável. Como eu dizia, esta contra-capa criada pela Todos Nós e veiculada na revista de O Globo convidava os casais para celebrar o Dia dos Namorados no restaurante – sem sequer tocar no tema. Mas, para bom entendedor, pingo é letra.

Mercado | Comente

Mais um ano

Petrópolis, 177 anos. Poucas coisas me deram mais prazer como criador do que conceber, idealizar e escrever o álbum de figurinhas que contava a história de Petrópolis. A peça foi apenas uma parte de uma giga campanha criada por nós – pela Todos Nós, melhor dizendo – para divulgar a reforma do Centro Histórico de Petrópolis. Mas seu potencial lúdico fez com que ela fosse especial para mim. Continuo acreditando que o melhor para a cidade é envolver a infância e a adolescência com a história da cidade, que é parte indissolúvel da história do Brasil – no instante em que este gigante se levantava. Seria fantástico para a economia, para a cidade, para o turismo – e para a cabeça da garotada, que iria entender muito melhor que nasceu em um chão abençoado. E com muita história pra contar.

Agência | Comente

Quando a gente podia aglomerar

Muito bacana quando uma campanha publicitária, concebida solitariamente entre as quatro paredes da agência, ganha as ruas, diverte e chama a atenção. Foi esta a sensação que tivemos com campanha que adesivou a traseira dos ônibus do Rio com backdoors simulando a frente do veículo, e com os principais astros da emissora ao volante. Mais de dez dos comunicadores da Tupi participaram das sessões de fotos, que foram feitas ao ar livre, no antigo pátio da rádio, na Rua do Livramento, em meio à poeira, ao mato, aos cães e aos porcos (bons velhos tempos kkkk). No busão aí do flagrante quem estava no comando era o Apolinho. Ônibus lotado, direção segura, sucesso garantido.

Mercado | Comente

O braço já está pronto

Aqui no Rio, o primeiro verão da covid deveria ser também o primeiro verão da vacina. Bola para isso a gente tem. Um país de 200 milhões de habitantes, uma das maiores economias do planeta, uma infra-estrutura azeitada para aplicar o imunizante e um povo acostumado a ir aos postos se vacinar desde que nasceu. O verão taí, como na página criada pela Todos Nós para a Plurex. Quem ainda não está é a vacina. A bola, mais uma vez, está com o governo. É só levantar que a gente mete o braço.

Mercado | Comente

Mais que nunca

Mais que nunca, depende de nós. Feliz Ano Novo.

Agência | Comente

Um Natal atípico

Mensagem de Natal criada pela Todos Nós para a operadora 16:Flats, para este pouco natalino ano de 2020. A expectativa é que, a despeito das dificuldades, a ciência e o bom-senso prevaleçam, e em breve reconquistemos o direito à celebração familiar, como era praxe fazermos nos velhos tempos. Feliz Natal!

Clientes | Comente

De dar água na boca

Sexta-feira, dia sob medida prum bom peixe, né? ainda mais de frente para a Baía de Guanabara – com a Praia de Botafogo à esquerda e o Pão de Açúcar à direita, então, perfeito. Pena que o lugar que eu gostaria de almoçar hoje já não exista mais. No Real Astoria, na divisa da Urca com Botafogo, o inigualável cenário panorâmico era um complemento do prato. O tradicional endereço, porém, não resistiu às mudanças ocorridas na cena gastronômica carioca e fechou as portas – sinal de que os tempos já eram competitivos muito antes da pandemia. Sorte de quem desfrutou. A arte que você acima vê foi uma das dezenas de peças veiculadas pela Todos Nós na contracapa do suplemento Rio Show, de O Globo. Uma série de anúncios de dar água na boca.

Agência, Clientes | Comente

TN, Folha, O Globo, Estadão

O Rodoanel Mario Covas, a SP-21, ou simplesmente o Rodoanel, foi uma das mais relevantes obras viárias executadas no país neste terceiro milênio (seja lá porque for, parece que o investimento em infra-estrutura não tem sido bem-visto pelos governos recentes). A Todos Nós se orgulha de ter criado e veiculado os anúncios de 1/2 pg, cuja arte você vê acima, divulgando a ansiada entrega da obra, nos jornais de maior circulação no Brasil – Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo e O Globo. A pequenina Todos Nós também teve seus brilharecos.

Agência, Clientes | Comente

Influência zero. Mortes acima de 40 mil

Ao longo dos anos, aqui na Todos Nós fizemos dezenas de campanhas educativas em prol de um trânsito mais seguro. Não somente nós: milhares de agências de propaganda criaram materiais pedindo mais prudência por parte dos motoristas. Infelizmente, uma coisa que podemos assegurar é que não houve o menor indício de resultado. Em toda a década, o número anual de mortes por acidente de trânsito permanece próximo de 40 mil vidas perdidas, dependendo do ano. Lógico que, por conta da pandemia, este ano haverá uma substancial redução – mas certamente isso não indica uma mudança de comportamento. Em uma das peças que criamos, nos dirigimos a uma parcela específica dos condutores, aqueles adeptos do combo bebida + direção. Fomos ostensivos na imagem e enfáticos no texto: “Beber e dirigir é uma ameaça à vida de quem não tem nada a ver com isso. É covarde. É injusto. É vergonhoso.” Apesar da contundência, a nossa campanha foi certamente mais uma que não mudou absolutamente nada. Para nossa tristeza e frustração, campanhas publicitárias não têm este poder de influência. Pena.

Agência, Clientes | Comente

Uma montanha de cartas

Pode parecer anacrônico hoje, em tempos de dominância das ferramentas digitais, mas milhares de cartas chegavam diariamente às emissoras de rádio no início dos anos 2000. Eu, impressionado com a montanha matutina de envelopes, resolvi criar um anúncio contando o sentimento e a participação popular que o rádio ainda provocava, em pleno terceiro milênio. Poucos tinham um computador em casa e não existiam redes sociais, smartphones e, segundo o Ibope Ratings e o Nielsen Ratings, no início de 2001 apenas 5,7% da população brasileira tinha acesso a internet. Então, escrever e postar – nos Correios, que funcionavam bem – era o único jeito do público se relacionar com seus artistas e comunicadores prediletos. Hoje, este anúncio de meia página de jornal virou peça de museu. O mundo é outro. Será que daqui a 20 anos as nossas comunicações de agora estarão obsoletas assim? #TN22

Agência, Clientes | Comente
  • Twitter