A primeira a gente nunca

Esta semana, em que a Todos Nós completa 19 anos de ininterrupta parceria com a Super Rádio Tupi, vale rememorar a primeira campanha feita pela agência para a emissora. Com base nos dados da pesquisa do Ibope de novembro e dezembro de 1999, publicamos uma série de pequenos formatos no jornal especializado no trade, o Meio & Mensagem. Os textos, irreverentes, reforçavam a liderança da emissora no período da tarde. Eram tempos em que a liderança absoluta ainda não tinha chegado. Ainda.

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A relíquia

Estávamos a apenas 60 dias do ano 2000. O tema “bug do milênio” dominava a mídia. Esta ainda era bem mais convencional – a maioria dos veículos tinha seu próprio site, mas o tráfego de leitura era baixo e a internet no país era apenas promissora. Enquanto o governo de Fernando Henrique patinava no seu segundo mandato, o PT do sindicalista Luís Inácio prometia acabar com a corrupção. A Todos Nós tinha pouco mais de um ano de vida. Já era citada a tal pesquisa que assegurava que 90% das empresas não chegava ao segundo ano. Mercado competitivo. Mas quanto maior o desafio, maior a vitória. A reunião com uma das maiores marcas do rádio brasileiro – a S/A Rádio Tupi – resultou na celebração de uma parceria que é até hoje motivo de orgulho para nós. Dezenove anos têm que ser comemorados. Uma história que começou no século passado e que deu origem a centenas de campanhas, milhares de peças e incontáveis amigos.  O contrato assinado virou relíquia. Até o bilhete do seu Alfredo Raymundo ficou para a posteridade.

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O bom cearense

Este anúncio, de 16 anos atrás, criado pela Todos Nós para o Jornal do Commercio do Rio de Janeiro, destacava a consistência dos 175 anos de jornalismo do JC. O texto, sintético, resumia tudo: “Informação sem lacunas”. Era fato que as tais informações não tinham lacunas, mas não vinham lá muito boas. Não só. Junto com as más notícias da economia, a capa noticiava que o político cearense Ciro Gomes isolava-se no segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto para Presidente do Brasil. Em 2002, porém, como de novo em 2018, não foi a vez do simpático e bilioso candidato, que nas últimas semanas vem espairecendo na Cidade-Luz. Sábia decisão. Paris em outubro tem uma temperatura agradabilíssima.

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No debate para governador de anteontem os adjetivos variaram de “frouxo” a “ladrão”, mas não faltou alegria. O Paes chegou a querer formar um cartel para negar emprego ao Índio. Enquanto falavam cobras e lagartos, me lembrei da campanha que fizemos para o Rio Zoo, com araras e papagaios. Aqui na Todos Nós sempre tivemos um carinho especial pelo formato HQ. Trabalhoso, mas gostoso de fazer. Como não dá para se valer dos bancos de imagem, nos dias de hoje este é certamente o job mais autoral do mercado: precisa da antiga dupla de criação, redator e diretor de arte, para fazer acontecer. Um revival dos bons e velhos tempos da propaganda – mas sem nostalgia. Tudo tem seu tempo.

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Retrofit

A Buskaimovel.com, empresa que trouxe um novo conceito ao segmento real estate, contratou a Todos Nós para o redesign da sua marca. O retrofit buscou modernizar a logo, tornando-a mais antenada e agressiva. As primeiras peças para a web convidam o público a navegar pelo sofisticado portfolio de imóveis da corretora. Um dos trunfos é o slogan criado – “buskou, achou, mudou!” -, com potencial para gerar um recall expressivo. Pelo seu investimento e proposta de nicho, a Buskaimovel.com é a bola da vez entre os principais players do mercado imobiliário.

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A balança da História

Há 16 anos, em 1o de outubro de 2002, a Todos Nós veiculava o flight comemorativo dos 175 anos do Jornal do Commercio. A campanha criada pela agência, investindo no paralelo entre passado e presente, já antecipava a pauta de valorização da mulher negra no mercado de trabalho. O anúncio, de página inteira, mostrava uma trabalhadora do princípio do século XIX, em 1827, quando da fundação do jornal, e a mesma trabalhadora no alvorecer do século XXI. Retrato de uma sociedade em evolução, a mulher ocupa cada vez mais posições de primazia e liderança – e nada pode deter a sua crescente importância. Já o Jornal do Commercio não conseguiu superar os desafios mercadológicos do novo milênio e hoje pertence ao passado. Pena. Mas o seu lugar na História ninguém tira.

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Família é isso

A comemoração pelos 83 anos da Super Rádio Tupi não tem hora para acabar – na verdade, ela tem tudo para se estender até o ano que vem, pela relevância que é um veículo de comunicação atingir esta longevidade, se mantendo na liderança. Um dos segredos deste protagonismo salta aos olhos, ao vermos alguns dos destaques da campanha criada pela Todos Nós para a comemoração dos 70 anos da emissora: a Família Tupi sabe como ninguém a importância de manter seus craques. E o ouvinte reconhece.

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Uma dupla especial

O relógio acabou de bater a meia-noite e dar início a esta última quarta-feira de setembro. Sabe-se lá o que outubro nos trará. Como eu disse ontem no face, enquanto muita gente sua em bicas para encarar o William Bonner e a Renata Vasconcellos, eu terei o privilégio de (daqui a pouco!) ser entrevistado pelo Garcia Duarte e pela Ingrid Michele no programa “Na Companhia do Garcia”, na Super Rádio Tupi (quer ouvir? fique sintonizado em 96,5 FM ou 1.280 AM, por volta das 3h15). Vamos falar de Todos Nós, de Tupi e Nativa, de campanhas inesquecíveis, de Petrópolis e muito mais. Coração batendo forte de alegria por poder dividir tantos bons momentos no ar, com uma dupla especial.

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83 anos nas bancas

Hoje, nas bancas do Rio de Janeiro, a comemoração dos 83 anos da Super Rádio Tupi mereceu seu lugar de destaque. Não foi à toa – as bancas de jornal são uma expressão viva da comunicação popular, dos pontos de encontro, das discussões apaixonadas, do debate sobre a cidade. Exatamente o que a Tupi vem fazendo há 83 anos.

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Onde não falta talento

Amanhã a Super Rádio Tupi celebra 83 anos no ar. São oito décadas de protagonismo na comunicação brasileira. A Todos Nós criou uma campanha comemorativa que exalta a importância dos talentos de hoje e do passado na construção desta história. Ficou bacana. Mas a verdade é que, para fazer justiça e colocar todos os nomes que mereciam ser destacados nesta homenagem, a gente ia precisar de um número de uns dez dígitos…

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Rasgando a cidade

Um outro cliente para quem tivemos a satisfação de criar inúmeras peças no final dos anos 90 e início dos anos 2000 foi a CPT (hoje CPTrans). Um dos anúncios reverenciava, de forma bem humorada, a chegada dos colonos alemães – como se a CPT já colocasse poste e placa de trânsito enquanto eles erguiam a cidade de Petrópolis. Mas nem tanto.

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Agenda verde para a Queiroz Galvão

No inicio dos anos 2000 a TODOS NÓS foi contratada para criar os anúncios da Queiroz Galvão. Certamente a campanha de mais repercussão foi a da divulgação do Rodoanel – uma obra de porte que mereceu mídia nacional, onde veiculamos uma página na revista Veja e anúncios de meia página nos principais jornais de Rio e São Paulo (Folha, Estadão, JB e O Globo). Mas peças valorizando o comprometimento da empresa com a questão ambiental nos motivava mais do que qualquer outro job. A pauta do meio ambiente sempre foi especial para a agência, como neste anúncio de página inteira.

 

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As perguntas certas

A partir de 2001 tivemos a oportunidade de merecer também a conta do Jornal do Commercio. Um dos jornais mais antigos da América Latina ainda em circulação (à época), criar para o JC sempre foi um prazer. Em década e meia de atendimento – até o triste encerramento do jornal – foram centenas de materiais criados e veiculados. Algumas peças tinham uma inserção que extrapolava a mera questão publicitária, como a campanha criada em 2001 visando as eleições presidenciais de 2002. O caderno especial com as respostas dos candidatos às questões essenciais, mais do que um documento, foi um compromisso de governo (que não sabíamos seria cumprido). Uma foto que achamos nos próprios arquivos do JC dizia muito do que pensávamos.

partir de 2001 tivemos a oportunidade de merecer também a conta do Jornal do Commercio. Um dos jornais mais antigos da América Latina ainda em circulação (à época), criar para o JC sempre foi um prazer. Em década e meia de atendimento – até o triste encerramento do jornal – foram centenas de materiais criados e veiculados. Algumas peças tinham uma inserção no mercado que extrapolava a mera questão publicitária, como a campanha criada em 2001 visando as eleições presidenciais de 2002. Um caderno especial com as respostas dos candidatos às mesmas questões seria uma espécie de compromisso de governo. Uma foto que achamos nos próprios arquivos do JC dizia tudo que queríamos perguntar.
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Para falar bem de coisa boa

Era 2001. Entrou um fax nos convidando a participar de uma licitação para atender a Câmara Municipal de Petrópolis. Demorei a atinar sobre como a instituição nos achou. Me ocorreu que tínhamos leiautado, a pedido de um cliente local, uma faixa – isso mesmo, essas faixas de pendurar em poste – parabenizando um vereador, que havia prometido melhorias na Rua Teresa. Tivemos que tirar dúvidas da grafia do nome do vereador e com isso nosso telefone ficou registrado. Quando surge uma licitação, é praxe – e de bom-tom – comunicar o maior número de possíveis fornecedores. Foi aí que o fax apareceu. Resolvemos participar e entramos na licitação. Sorte de principiante: em meio às doze agências participantes, o melhor conjunto de técnica e preço acabou sendo o nosso. Em menos de um ano criamos centenas de peças. Foi uma oportunidade apaixonante para falar bem de Petrópolis.

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