Dupla efeméride

Folheando algumas revistas antigas, encontrei alguns anúncios emblemáticos criados pela Todos Nós. Este, de página inteira, foi publicado em outubro de 2003, nas comemorações dos 50 anos da Petrobras – sintomaticamente, quando a construtora do nosso cliente, Queiroz Galvão, completava também meio século de atuação.

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Cliente companheiro

De quando uma peça publicitária permanece útil mesmo 15 anos depois: este marcador de livros, que fizemos para o Jornal do Commercio, ainda é meu companheiro de muitas leituras. O jornal, que até alguns anos atrás era um dos mais antigos periódicos ainda em circulação na América do Sul, não resistiu à chegada da realidade digital. Mas, aqui comigo, ainda vai resistir por muito tempo. Pode apostar.

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Não deixe de subir a rua

“Não deixe de subir a rua que faz tanta gente subir a serra”. Com esse slogan, a Todos Nós deu início à campanha “Terça na Rua”, que visava estimular os petropolitanos a comprarem na Rua Teresa. Já houve época em que isso não era comum – era justamente assim em 1998, quando a Todos Nós conquistou a conta daquela que seria a primeira de muitas da agência. Uma das primeiras peças criadas para a Rua Teresa foi o folheto distribuído nas ruas da cidade. Vinha em duas versões: a primeira, amarela, contava da promoção; a segunda, em azul, trazia a relação das mais de 100 lojas participantes. Uma boa pedida para os tempos de hoje, em que o comércio tanto precisa criatividade e consumidores.

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Peça de colecionador

Raramente peças publicitárias se tornam peças de colecionador. Mas é justamente este o caso de uma antiga peça criada pela Todos Nós e voltada para o público infanto-juvenil: o álbum de figurinhas com a história resumida (e ilustrada) de Petrópolis. Uma bela homenagem à rica história da cidade, onde a imigração alemã, comemorada ontem, trouxe uma contribuição fundamental. Boa pedida pra jogar bafo-bafo e aprender mais sobre a Cidade Imperial.

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Bem antes de nós

Há na floresta amazônica muitas árvores que estão aqui antes da chegada do homem branco. Majestades vegetais com mais de 500 anos de existência. Pouco depois de ter visto políticos baratos tratar com oportunismo um tema que nos é tão caro, folheei uma revista antiga em que publicamos um anúncio sobre o meio ambiente. É uma edição de 2012, onde a Todos Nós veiculou uma peça comemorativa dos 185 anos do Jornal do Commercio. Não à toa, o texto nos pede para ficarmos atentos ao meio ambiente. À autossustentabilidade. À soberania. São palavras fortes e atuais, que merecem dos governantes uma atitude compatível. Se nós não reverenciarmos a riqueza natural e a diversidade que já estava aqui antes de nós, não merecemos este lugar.

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O parto

Um bastidor do post de ontem – jamais revelado – foi a montanha russa em que se transformou o job “Taça Campeão Carioca 2010″. A encomenda do trabalho foi feita com uma antecedência relativamente decente. Era um prazo confortável até a data da decisão, em se falando de Brasil. Sete semanas. Agilidade operacional sempre foi padrão na agência e, por isso, não houve apreensão de parte a parte. Em uma semana leiautamos e aprovamos o projeto gráfico com o diretor artístico da emissora, Ricardo Henrique (hoje com uma produtora musical em Berlim). Fomos então à procura de bons fornecedores. Conseguimos uma empresa experiente no ramo, em São Paulo, que nos fez um preço bastante razoável. Negócio fechado, arte enviada. Combinamos que receberíamos um protótipo, antes de autorizar a fundição. Pela dificuldade e pela distância, entendemos que duas semanas era um bom prazo. Mas passou-se o tempo e o material não veio. Cobramos. Pediram mais alguns dias. Tínhamos ainda certo tempo. Concordamos. Na sexta-feira, dia 9, fecharia a quarta semana – e nada do trabalho. Como assim? Me destemperei ao telefone, o estresse já lá em cima. Já não queríamos o protótipo, já não havia tempo. Teriam que mandar o troféu definitivo, tínhamos somente três semanas pela frente, a final seria no primeiro fim de semana de maio. Mas no domingo, 11 de abril, o Botafogo, que já havia ganho o primeiro turno contra o Vasco e se classificara antecipadamente para a final, venceu o Fluminense por 2×1 e estava na decisão do segundo turno contra o Flamengo. Seria ótimo (para mim, alvinegro) se não fosse um agravante (para mim, dono da agência responsável pelo troféu): se o Botafogo ganhasse do Flamengo, em 18 de abril, babau. Acabaria o campeonato. E aí, cadê a taça? E, eu aqui, sem a taça, cadê a conta? Seria o único título botafoguense que eu lamentaria na vida… Ou seja, de três semanas meu deadline caiu para… uma semana! A empresa paulistana, em quem eu tinha confiado a confecção, irresponsavelmente pulou fora. Disse que não entregaria e se lixou. Eu não tinha tempo para desespero ou bate-boca. Fui pro telefone (há dez anos os sites não eram tão completos e nem todas as empresas tinham um) e saí fazendo contato feito um louco com uma dúzia de fornecedores. Eu não tinha verba para uma taxa de urgência. E, pior, não tinha tempo. Encontrei uma alma caridosa no Rio Grande do Sul que entendeu o meu drama e se prontificou a fazer a taça em três dias. Mas não ia dar para checar nada. Era mandar a arte e o pagamento antecipado, explicar bem explicadinho – e rezar. Era segunda-feira 12. Era para a taça ser despachada na quinta-feira 15, chegaria na sexta de manhã, dia 16. Na quinta-feira à tarde o fornecedor me mandou uma foto do troféu finalizado. Mal dava para ver. A imagem estava escura, tirada de cima e um pouco distante. Suspirei. A empresa disse que já estava entregando para a transportadora. Fiz figa. Passei toda a sexta-feira com os dedos cruzados. Não só pela chegada do troféu, como na expectativa pela qualidade da confecção e também pela fidelidade ao projeto. Sexta-feira à tarde e nada do caminhão chegar. A empresa do Sul conseguiu ligar para o motorista. Só iria chegar no sábado de manhã, dia 17 de abril. Algum problema na estrada. Tá bom. Por precaução, pedi que mudassem o endereço da entrega. Sábado de manhã a rotina na emissora é atípica. Assim, ao invés de entregarem na Rua do Livramento, pedi que deixassem na casa do principal locutor da casa, o (também botafoguense) Luís Penido, hoje na Globo. Desci a serra com meu filho, para pegar o troféu com o Penido, que, por sua vez, por exigência da federação, se antecipou e já entregou a taça diretamente na FERJ, ali mesmo no Maracanã. Cheguei no prédio da entidade em seguida. O diretor da federação gentilmente me atendeu e me levou até a sala onde o troféu já estava instalado. Lambi a cria, aliviado. Campeonato salvo. Conta salva. Eu mesmo salvo. Só quem não se salvou foi o Bruno, no dia seguinte. Mas aí o troféu já não me pertencia. Essa estória eu vou deixar pro Loco Abreu contar…

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Comemoração dupla. E muy loca

Como eu bem disse à época, não é todo dia que isto acontece. Há exatos 10 anos o Botafogo era mais uma vez campeão carioca (até aí nada de mais, fiquei careca de ver o Botafogo campeão). A diferença era que, naquele terceiro domingo do mês de abril de 2010, a taça de campeão carioca tinha sido desenhada e produzida pela minha agência, a Todos Nós. E não vou esconder que rascunhei cada pedacinho do troféu. O job era a comemoração dos 75 anos do nosso cliente Super Rádio Tupi. A emissora, a líder de audiência e a mais tradicional na transmissão do futebol carioca, combinou premiar o time campeão com uma taça comemorativa. A direção da emissora, 100% rubro-negra, empolgada com o time tricampeão carioca (todos os três títulos em cima do Botafogo) e campeão brasileiro de 2009, estava confiante que o troféu já tinha dono. Não posso criticar. Tudo apontava para o time da Gávea. Porém, por ironia do destino, ao destinar justo a um botafoguense (eu) a criação do troféu, parece que alguma conspiração estelar resolveu mexer os pauzinhos lá em cima. Deu no que deu. Botafogo Campeão Carioca de 2010. Foto do time segurando a taça que criamos na capa de todos os jornais. Para orgulho e comemoração especial (e dupla) de um certo careca…

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Vem, leitura :)

Nestes duros tempos de Covid-19, a Todos Nós também está engajada no esforço pelo isolamento social. Aproveitando a parceria umbilical com o blog de literatura “Eu li e achei isso”, a peça para web sugere que o tempo ocioso seja investido no próprio conhecimento. Taí o que parece ser uma boa maneira de compensar o dinheiro perdido pela ausência de negócios. O futuro (ou a felicidade futura) dirá.

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Rodamos muito por aqui

Às vésperas do Carnaval, o Rio de Janeiro ferve de (calor e de) visitantes. Boa parte deles se vale dos aplicativos de transporte para se locomover pela cidade. É uma ótima opção. Em tempos idos, porém, os ônibus já foram o veículo mais requisitado por turistas e moradores. A Todos Nós cuidou da publicidade de algumas das principais companhias da cidade (como esta página dupla feita para a Propaganda Circular), em um tempo em que a mídia física respondia por mais de 90% do total veiculado. Mas isso foi no Carnaval que passou…

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Mais de 100 anos de bola rolando

Vai começar mais um Campeonato Estadual. O torneio suscita uma questão que divide jornalistas e torcedores. Trata-se de uma disputa anacrônica ou cuja tradição deve ser valorizada? É uma discussão antiga – já em 2005, poucos anos após o Campeonato Brasileiro ter iniciado seu formato de pontos corridos, o cartaz de PDV criado pela Todos Nós para a Braziline colocava à esquerda o escudo dos principais clubes cariocas. Difícil extinguir a arena ideal para decidir esta longeva rivalidade.

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Endereço histórico

Começa um novo ano em uma cidade cuja glória se encontra no passado – e, para sorte nossa, esta glória está em boa parte preservada. Uma das pérolas de Petrópolis é o Palácio Amarelo, embora (pena) seja uma das suas menos visitadas atrações. Talvez, por funcionar atualmente na casa a Câmara dos Vereadores, o público se sinta intimidado. Não há porquê – ele é bem-vindo. Principalmente, para apreciar a beleza restaurada do palacete. Uma equipe de reconstituição histórica fez um brilhante trabalho de recuperação do imóvel, que já foi até sede temporária da Presidência da República. A Todos Nós contou esta estória em uma peça solicitada pela Câmara, há 18 anos atrás. Era um ano promissor, e a mansão funcionou também como Zona Eleitoral, quando um novo presidente foi eleito trazendo renovada esperança para a população brasileira. Como tudo o mais neste endereço, isto também virou história.

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Obrigado, galera

Não há quem não queira saber o segredo para se montar um time campeão. Mas… qual será? Aqui na Todos Nós, ao longo de intensos e divertidos 21 anos, eu não saberia dizer. Mesmo assim, tenho um palpite: o time. O grupo. O coletivo. Ou, em português castiço, a galera. Não fosse esse pessoal aí do poster, não tinha agência, não tinha cliente, não tinha case, não tinha história. Porque a história dos 119 clientes e dos 21 anos (e meio!!!) de conquistas da Todos Nós pode ser resumida na galera que vestiu essa camisa. E não foram só estes que saíram no poster, não; todos eles, todos os que um dia fizeram a curva da escada do Edificio Liliana e puseram os pés nas tábuas de pau-marfim (que já resistiram a uns quatro estouros de filtro e dois alagamentos de banheiro), todos os que jogaram a chave por baixo da porta de vidro jateado, todos os que passaram pelo bambolê cromado com o “T” encimado pelas quatro bolinhas, todos os que foram torturados pelo cheiro de torta da confeitaria da loja do térreo, todos os que perderam o arquivo por conta de mais um pico de luz na Dezesseis, todos os que ralaram no plantão do dia de Natal, todos os que fizeram da agência uma extensão da própria casa, todos esses e todas essas são os donos do sangue que virou a tinta com a qual foi escrita a história da Todos Nós. Se tem um segredo diferente deste, eu desconheço. Porque até hoje a marca de cada um permanece indelével nas mesas, teclados e mouses da agência, nas bancadas de fórmica verde-clara, nos painéis de cortiça e nas fotos amareladas de comemorações antigas. Tudo o que é hoje só existe por tudo aquilo que foi ontem. Simples assim. Já eu tirei a sorte grande ao ter sido escalado para montar este time e ter tido a alegria (e a responsabilidade) de jogar junto com ele. O título de campeão aí do cartaz foi mera consequência. Por isso, para todos vocês, por estes 21 anos, eu só tenho aquela palavra especial, que diz tudo, significa tudo e no que depender de mim ecoará até o fim dos tempos: OBRIGADO!

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Então é Natal

Mais um Natal batendo à porta. Mas não foi mês retrasado que teve outro? sei lá. Tem gente que espicha o Natal até meados de janeiro, enquanto tem outros que começam a vender guirlandas no início de setembro. O espírito natalino assim fica um pouco disperso. Mas a Agena EPI faz questão da tradição – e a Todos Nós cria os cartões da empresa para serem distribuídos na segunda quinzena de dezembro. Em 2019 não foi diferente. E a gente aqui não se precipita. Tarde do dia 20 de dezembro? Então é Natal.

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Bonito ver como na última década e meia Petrópolis mudou o seu perfil de pólo captador de turismo. Um trabalho conjunto que envolveu o município, o empresariado e agências fomentadoras. A Todos Nós fica contente em ter sido parte desta transformação. Ainda nos idos de 2004, com a criação para o Sebrae do Manual de Comercialização para Organizadores de Viagens (a capa do material de 68 páginas você vê acima), um importante passo à frente havia sido dado. Os resultados, consistentes, a gente vê hoje.

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