Valeu, Nativa! Foi bom demais

Hoje é o último dia no ar da Nativa FM. A emissora foi a trilha musical de muitos acontecimentos e muitos amores. Foi palco de muitos artistas, na frente e por trás dos microfones. Faz parte da história do rádio e faz parte da história do Rio. Centenas de profissionais, ao longo dos anos, construíram esta marca – e esta é uma conquista pessoal de cada um deles. Da nossa parte, foi um prazer, galera, ter participado com vocês deste capítulo. Muitos outros virão. O time da Todos Nós adorou cada dia com vocês. No mais, é cantar – como a Nativa sempre fez – e manter o astral lá em cima. A história de quem fez esta rádio não para por aqui.

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Esse sol que me ilumina

Ao longo de mais de uma década, a Todos Nós teve a honra de criar centenas de peças publicitárias para a Nativa FM. Vibramos com as vitórias conquistadas pela emissora – que não foram poucas – e nos orgulhamos da convivência com um time de profissionais competente e motivado. O sol que iluminou O Amor do Rio veio dessa galera. Uma chama que não vai se apagar.

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Na Barão de Whitney

O caos urbano da Cidade Maravilhosa é uma contradição em termos. Não obstante, as cores, o movimento e a poluição compõem seu imbricado mosaico. A comunicação de massa estampada na traseira do ônibus traz um quê de sopas Campbell’s ao lotação adesivado na Barão de Whitney, ops, Mesquita. A homenageada – lógico – tinha que ser a Tupi. Quem mais?

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Mergulho no tempo

A pedido do Jornal do Commercio, a Todos Nós atualizou a campanha comemorativa do aniversário do jornal, para publicação de anúncio de página inteira na revista “Justiça e Cidadania”. A peça é um mergulho no passado – que, aqui, foi sempre controvertido, engalfinhado em cizânias políticas sem fim. Afinal de contas, Brasil é Brasil.

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Um caso de amor à toda prova

A Todos Nós, responsável pela criação do site da 16:Flats, é também quem cuida da área editorial da prestadora de serviços. E, melhor, nas veias de ambas corre inegável amor pela Cidade Imperial, como fica patente no post publicado esta semana: “Não é segredo para ninguém o carinho que Petrópolis tem para com o seu próprio passado: a cidade respira outras eras. O farto registro acumulado – herança de um apaixonado pela fotografia, o próprio Imperador, motivando os mais prestigiados fotógrafos do país a manterem seus estúdios na cidade, na expectativa de serem notados e aquinhoados com a predileção imperial – permite que vejamos o que o Centro Histórico foi e o comparemos com sua aparência atual. Este simples estabelecimento comercial, por exemplo, hoje endereço obrigatório para um chope com os amigos, não guarda semelhança com o que viria a ser. Mas a placa de rua entrega…”

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Após o minério derramado

Não era para ser premonitória a peça criada pela Todos Nós, em setembro, para o lançamento da Cápsula do Tempo da Super Rádio Tupi. Porém, vendo a tragédia de Mariana, nos frustra constatar que a troça era a mais pura tradução da verdade. Como de hábito, a negligência humana foi protagonista e nos antecipa um futuro pouco promissor. Enquanto sofremos diariamente com as notícias sobre a perda irrecuperável do Rio Doce, outras 16 grandes barragens são relatoriadas inseguras pelo DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral). O assunto domina as manchetes e as redes sociais. Por ora. É que estamos sob clamor: e esta é uma “preocupação” que logo passa. Costuma ser assim. Com isso, é  improvável que ocorram a fiscalização e as medidas essenciais para a integridade destas 16 e de tantas outras. Assim, deixadas à própria sorte, estas bacias de lama assassina, cedo ou tarde, gerarão novos desastres ambientais. Toc, toc, toc. É o que nos resta: isolar na madeira. Mas não é difícil prever que a usual negligência permanecerá atuando nas próximas catástrofes – e a overdose de mídia e a comoção popular, após o leite (e o minério) derramado, mudarão pouca coisa. Triste sina.

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Luzes, nuvens e churros

A Todos Nós não só redesenhou o site da 16:Flats, como está incumbida da área editorial. O tema, via de regra, é Petrópolis e as atrações da cidade (o que, convenhamos, não é nem um pouco difícil). A cidade é tão especial que, nela, até as nuvens são protagonistas. O post publicado hoje, sobre o ruço (que também atende pela alcunha de nevoeiro), é uma bela prova. Perceba na foto o ar de mistério que ele empresta à já charmosa Cidade Imperial. Veja mais em www.16flats.com.br

 

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De garfo e faca

O feriado da Consciência Negra, nesta próxima sexta-feira, 20 de novembro, proporcionará um fim de semana de três dias – ideal para quem quer fazer uma viagem pelas proximidades e desfrutar de um clima mais ameno (já tórrido na maioria das cidades do Sudeste, com a proximidade do verão). Isso faz de Petrópolis um destino extremamente atraente neste período – ainda mais com um evento saboroso como é o Petrópolis Gourmet na programação da cidade. Com este foco, a Todos Nós elaborou para a 16:Flats uma newsletter onde o evento é o principal destaque. Um webmail de abrir o apetite…

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É Camisa 10 da Seleção

Hoje tem Brasil. Melhor: contra a Argentina. Melhor ainda: com a volta de Neymar, um 10 à altura da camisa. Nem todos sabem: quem deu partida à mística da Camisa 10 foi a Seleção Brasileira, com o garoto Rei Pelé. Desde então, o 10 virou sinônimo de craque do time. Quando um elenco carece de um armador de brilho, é comum dizerem: “Falta um 10″. O fato é que o 10 virou lenda e o Brasil, sem um 10 de talento, é menos Brasil. Por essas e outras, a campanha criada pela Todos Nós para a Cápsula do Tempo, da Super Rádio Tupi, também vai ter a sua camisa 10. Vai que daqui a 50 anos ninguém sabe contar esta história…

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Site sob medida para turismo em alta

A 16:Flats publicou esta semana o seu novo site, mais completo e abrangente. Agora, além das páginas com cada uma das unidades oferecidas – incluindo fotos, descritivo, localização, tarifário, depoimentos e calendário -, a home page da prestadora de serviços na área de hospedagem traz também informações (culturais e de lazer) atualizadas sobre os arredores. O acesso ficou mais fácil e o conteúdo mais rico. A Todos Nós foi a responsável pela concepção do site e tem também a incumbência da área editorial. A equipe da casa aprovou: trabalhar pelo turismo carioca e petropolitano é uma tarefa sempre prazeirosa.

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Cápsula bem-humorada

Para que a posteridade tenha a noção mais próxima possível de como eram os tempos que vivemos agora, a Super Rádio Tupi, em comemoração aos seus 80 anos de fundação, alojará na Quinta da Boavista uma autêntica “cápsula do tempo”. O artefato, composto de material super-resistente, reunirá as mais diversas lembranças do momento atual e será devidamente enterrado, para ser aberto somente daqui a meio século, no ano de 2065. Para divulgar a ação, a Todos Nós criou uma campanha que aposta na irreverência. As peças circularão nos jornais, nas emissoras, nos portais do grupo e nas redes sociais.

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Doce lembrança de Dolores

A Todos Nós é a nova responsável pela editoria da área informativa do portal da 16:Flats, “Acontecendo” (www.16flats.com.br). Embora as notas não tenham uma periodicidade pré-estabelecida, o foco é a informação objetiva e qualificada das opções de lazer e cultura nos arredores das unidades exibidas no site. Amanhã, por exemplo, rola show com canções de Dolores Duran na voz de Nina Becker, no Quitandinha – ou seja, 3 atrações em 1. Não sei vocês, mas eu não vou perder.

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Agora em New York. Mas, antes, no Rio

Nos Estados Unidos, a recente campanha de lançamento de um novo café (o New York Bold) pela 7-Eleven investiu na mídia externa para impactar seu público-alvo. Ao dar de cara com ela no metrô de Manhatann, reparei que as peças insinuavam uma linguagem popular de baixo calão para enfatizar quão bom era o produto, o que me fez lembrar da campanha criada pela Todos Nós na chegada do Garotinho à Super Rádio Tupi (para “sugerir” o palavrão, os americanos optaram pelos símbolos, enquanto nós apostamos nas reticências). A peça à esquerda, da 7-Eleven, lançada em setembro, eu cliquei semana passada num display instalado num vagão do subway de Nova York. Já a da direita, da Tupi, nós veiculamos no fim de abril, nos jornais do Rio.

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Roy Lichtenstein no MoMA

E, quanto a essa campanha que fizemos para a Nativa FM, legal que, na semana passada, pude rever em Nova York ”Drowning Girl”, quadro de Roy Lichtensteinno acervo do MoMA. Visitei o museu pela primeira vez em 1995 e, de lá para cá, sua obra (de 1963) manteve o impacto, apesar das tantas releituras de um tema que, por si só, já é uma releitura da simbiose entre arte e cultura de massa.

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