O doente em armas contra a saúde

Convulsão social até hoje bastante nebulosa, a Revolta da Vacina integra o folclore que divide o Brasil atrasado e o Brasil progressista. As imagens e crônicas remanescentes exibem a estapafúrdia (principalmente aos olhos contemporâneos) situação de um povo doente a guerrear contra a autoridade pública que busca curá-lo. É fato, mas que sob essa versão reducionista se restringe a acusar a ignorância da época. Houve sobretudo malícia e manipulação política. A população estava contra a lei que tornava obrigatória a tal vacina e a oposição ao governo se valeu da reação popular para transformar o assunto em bandeira em prol do regime anterior, militar. O Jornal do Commercio registrou a sanha da população contra o que era considerada uma arbitrariedade do governo, que ousava expor braços e nádegas das moças pudicas à glutonice dos seringueiros – na visão das gentes de então incumbidos, pelo presidente Rodrigues Alves, de espetar o povo. É mais uma bela viagem pela história que nos proporciona a campanha dos 185 anos do JC. E, para a agência, um prazer renovado a criação de cada anúncio.

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Pondo fim a um império

O golpe militar que encerrou o período imperial no Brasil, também conhecido por “Proclamação da República”, foi o momento histórico retratado hoje na campanha comemorativa dos 185 anos do Jornal do Commercio. Analisada de forma mais ou menos generosa de acordo com a fase atravessada pelo País, a monarquia brasileira tem atualmente reconhecida sua importância política. É também fantástico que possamos utilizar a propaganda para falar um pouco de história – contribuição que poderia ser mais frequente, não? seria bom. O anúncio, no formato de meia página, está sendo veiculado no JC e e em outros importantes jornais brasileiros líderes de mercado, como o Correio Braziliense e o Estado de Minas. Repercussão mais do que merecida.

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Liberdade, abre as asas sobre nós

A assinatura da Lei Áurea pela Princesa Isabel é um dos momentos mais simbólicos da nossa história- e é o tema do anúncio veiculado hoje no Jornal do Commercio e em outros grandes jornais do Brasil sobre os 185 anos do JC. O texto de época e a belíssima fotografia que ilustram a peça dimensionam a grandeza do acontecimento (a Abolição foi também a peça escolhida para veiculação em revista, como destacado nesse blog em 28 de agosto último). A campanha, iniciada ontem, terá ao longo das próximas duas semanas o registro de outros fatos marcantes da trajetória do País. A Todos Nós assina a campanha.

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Testemunha e personagem

“Entrou hontem de Montevidéo o vapor inglez Hershel…” A campanha comemorativa dos 185 anos de circulação do Jornal do Commercio começa hoje, com anúncios que destacam a presença do jornal em momentos decisivos da História brasileira. A Todos Nós trouxe para as peças trechos originais dos textos publicados pelo JC à época, ilustrados por imagens que reforçam a dimensão histórica de cada acontecimento. O título da campanha sintetiza o seu próprio conceito: “Jornal do Commercio. 185 anos narrando a história do Brasil.”  A logo criada pela agência ganha a assinatura “Um veículo que tem a credibilidade conferida pela História.” Os materiais estão sendo veiculados a partir de hoje, em jornais de todo o país. Cada dia um novo anúncio será publicado, inclusive – e naturalmente – aqui. Acompanhe e se divirta.

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A ordem é pau no lanterna

De ânimo renovado, com novos nomes chegando e o garoto Adryan mostrando a que veio, a nação rubronegra parte mais confiante para a rodada do fim de semana e os precipitados temores de rebaixamento são postos um tanto de lado. O jogo contra o Atlético Goianiense, lanterna da competição, foi o escolhido para ser o grande destaque da transmissão da Tupi nesse domingo, com anúncio criado pela Todos Nós programado para o jornal Marca. O time goiano aprontou contra o líder – o que é sempre bom para o Flamengo entrar mais ligado em campo.

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Nem o mais desavisado

Hoje é, definitivamente, o último dia. Quem reservou espaço e mandou o PI já tem seu lugar pré-determinado. Quem, porém, ainda pensa em participar e não o fez, é melhor fazer contato agora mesmo com o departamento comercial do Jornal do Commercio. Uma histórica edição do Jornal do Commercio está sendo finalizada e em breve será peça de colecionadores; não convém ficar de fora. Assim, para não deixar ao relento nem o mais desavisado dos anunciantes, no JC desse 21 de setembro estamos publicando um anúncio final advertindo o mercado. No canto superior direito está bem assinalado: “Último Dia”. Menos mal que o material pode ser enviado na próxima semana.

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O patrimônio paisagístico

O Projeto Rio Limpo – decreto instituído pela Prefeitura carioca para a retirada de material publicitário do espaço urbano, cujo objetivo é “valorizar e preservar o patrimônio paisagístico” – já retirou 114 peças de mídia externa no Rio de Janeiro. A iniciativa é louvável, por tratar do zelo pela coisa pública, em uma cidade de forte apelo turístico. O painel da Tupi em frente à UERJ, instalado bem acima da linha de circulação de carros e pedestres – como você vê acima -, não foi exceção. Pena que o projeto não abranja a poluição visual provocada pelas placas e cavaletes eleitorais. O decreto, recentemente considerado ilegal pela Justiça e suspenso, deve, em prevalecendo, se pautar pela harmonia estética do espaço público, a qualquer tempo e hora. Se é fato que a agressão visual merece ser excluída, deve ser mantida a comunicação que respeite o equilíbrio paisagístico – com critérios, a definir, que privilegiem o aspecto positivo para o Rio. Para a cidade, para os cidadãos e para a economia.

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Edição extra com alta tiragem

O anúncio criado pela Todos Nós para a Tridimensional Engenharia ganhou circulação extraordinária na trigésima feira internacional Rio Oil & Gas, que iniciou segunda-feira e terminará amanhã, no Riocentro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A inserção, publicada nessa edição de setembro da revista Brasil Energia, teve uma tiragem extra de 11 mil exemplares exclusivamente para distribuição nos 4 dias do evento, prestigiado pelas maiores companhias do mundo no setor. Não obstante, uma boa sugestão para  o próximo Rio Oil & Gas será o aperfeiçoamento da sinalização interna, facilitando a localização dos estandes. Melhor deixar as naturais dificuldades de localização para a prospecção em alto mar, onde os contratos são de risco.

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Uma audiência legítima

O mesmo busdoor visto em um pequeno detalhe no post de terça-feira, 4/9 – o da greve, você viu? -, agora flagrado com destaque, seguindo em direção à Rua Camerino, no centro antigo do Rio. O personagem da campanha “Tupi Eu Ouço Aqui” foi extremamente valorizado pelo carisma do ator Alan Filho, que é quem fecha, pra cima, o comercial. Em tempo: no filme e nas peças publicitárias, o figurino é do próprio ator; que, por sua vez, é ouvinte confesso e assíduo da Super Rádio Tupi. Mais legítimo, impossível.

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Última chamada

As empresas que pretendem estar presentes na edição comemorativa dos 185 anos do Jornal do Commercio têm até essa semana para confirmar sua participação. Além das matérias especiais, o documento estará dividido em temas, facilitando o acompanhamento da evolução da economia brasileira em cada um dos seus principais setores. Nessa semana final os anúncios divulgando a edição têm incorporado o aviso: “últimos dias”. É sempre bom lembrar.

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É blockbuster em dobradinha. Vai?

Os blockbusters “Os Mercenários 2″ e “Tupi Eu Ouço Aqui 1″ estão em cartaz esse fim-de-semana nos principais cinemas do Rio e Grande Rio. A crítica foi extremamente generosa com ambos – e, querendo fazer uma dobradinha e ver os dois em uma única sessão, você pode escolher na rede Kinoplex as salas Nova América 1, Tijuca 6, Leblon 3, Iguatemi 4, Bay Market 1, São Luiz 1 ou Rio Sul 4 (e também no Cinemark Downtown). Você vai desfrutar de 30 segundos com o Barbosa e mais de duas horas com o Stallone. Acima, flagrante da gravação do comercial da Tupi, com o Barbosa heroicamente protegendo a cabeça no sol do verão carioca com seu avental. Achou? O nosso garçom não é o Wally, mas também sabe sumir no cenário.

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Mais Queiroz e menos “s”

A energia voltou à pauta das discussões políticas como já não o fazia há mais de dez anos, quando o fantasma do apagão se debruçou sobre a população brasileira. A polêmica estabelecida naquele momento estimulou que a Todos Nós criasse para a Queiroz Galvão um anúncio sobre o tema. Nele destacamos (“Nós dedicamos toda a nossa energia para que o Brasil tenha toda a energia que precisa”) que as hidrelétricas construídas pelo grupo poderiam contribuir para a esperada autossuficiência no setor – numa época em que auto-suficiência se escrevia ainda com um respeitoso e elegante hífen. Bons tempos.

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Conteúdo livre

Há poucas semanas foi amplamente divulgado que o “The Wall Street Journal”, periódico americano entre os mais tradicionais do mundo, deixaria de cobrar pelo acesso ao seu site e  remuneraria seus leitores que criticassem as notícias e participassem de pesquisas dos anunciantes do jornal. Ainda distante de estratégias mais arrojadas, mas aderindo ao que já é uma tendência mundial, o Jornal do Commercio passou a partir de agora a permitir acesso livre à íntegra do jornal na internet. Com isso, o veículo prevê um significativo aumento do tráfego na página do JC, beneficiando seus patrocinadores e disseminando o sofisticado conteúdo do jornal. A Todos Nós criou o anúncio de divulgação do novo funcionamento do site.

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Tem que somar pra saber quanto é

A edição nacional do Meio & Mensagem Especial Rádio traz na página 11 uma incisiva participação publicitária da Super Rádio Tupi. Aproveitando o excelente momento da emissora, a Todos Nós criou anúncio de meia página que destaca dois dos personagens do filme “Tupi Eu Ouço Aqui” e também os excepcionais números de audiência atestados pelo Ibope. E mais: lembra aos profissionais de mídia a importância de somar os ouvintes tanto do AM quanto do FM, já que a transmissão é feita simultaneamente pelas duas frequências. Esse resultado é o que vale.

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