Quando os consumidores imploram

Comentário unânime na noite de segunda-feira no Copa: a edição de aniversário do JC foi um sucesso. Com matérias de colecionador e anúncios inspirados. Bom que uma das peças publicitárias a reverenciar os 185 anos do Jornal do Commercio foi criada pela Todos Nós, para o CDL Rio, uma meia página no caderno dedicado ao comércio. A ideia foi reproduzir a própria capa do jornal, com manchetes sugestivamente fictícias e tremendamente otimistas (e, logicamente, todas favoráveis às melhores expectativas do CDL e do Sindilojas Rio, que também assina a peça). Foi uma forma bem-humorada de dar os parabéns à instituição, cuja equipe comercial fez uma edição de tirar a cartola e de parar as carruagens.

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Sucesso em noite de casa cheia

Sucesso absoluto o evento em comemoração dos 185 anos do Jornal do Commercio, realizado na noite de ontem, no Copacabana Palace. Com apresentação de Marcia Peltier – colunista do jornal – e com a presença de inúmeras personalidades e autoridades, como o Governador Sergio Cabral, a cerimônia foi extremamente concorrida e terá ampla cobertura na edição de amanhã do JC. Mauricio Dinepi, diretor-presidente do Jornal do Commercio, homenageou personagens como Bibi Ferreira, Ernâne Galvêas e outros mais. Em entrevista à coluna “Negócios & Propaganda”, publicada nessa segunda-feira, Mauricio falou da efeméride e relacionou projetos para o futuro e as ações empreendidas pelo jornal ao longo do ano, destacando o apoio da Todos Nós Comunicação e Marketing – menção que encheu de orgulho toda a equipe da agência. A qualidade da edição de ontem do jornal foi tema dominante; e a beleza da sobrecapa, criada pela agência, foi também assunto recorrente.

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Uma data para ficar na História

O Jornal do Commercio completa hoje 185 anos de circulação – um extenso período de tempo, iniciado em um Rio de Janeiro pós-colonial por um francês bonapartista, fugido da Europa por ter publicado livros considerados “revolucionários”. Aqui, após ser confundido com um francês falsário e passar uma noite trancafiado na masmorra, Pierre Plancher fundou sua folha, a qual batizou de “Jornal do Commercio”. A política corria nas veias do jornalista e logo ele fez do JC um dos apoiadores do governo de Pedro I. Poucos anos depois, porém, ao trocar de lado, viu a mão pesada do Império se virar para esmagá-lo. Arisco, voltou à França, não sem antes vender seu jornal a um patrício, Junius de Villeneuve, que deu continuidade à já conturbada infância do jornal. O que ninguém em sã consciência poderia imaginar era que, mais de 180 anos depois, o periódico ainda existisse e, mais, se apresentasse com tal vigor. Quem tenha a mais leve dúvida que corra às bancas e compre a opulenta edição de hoje do Jornal do Commercio, com centenas de páginas e dezenas de anunciantes. Repare também na bonita sobrecapa em offset: a criação da Todos Nós, que você vê acima, traz na frente e no verso imagens de época (boa parte delas pertecente aos arquivos do jornal) e o texto da editora Jô Galazi. No miolo, reprodução de um dos anúncios da campanha, que vêm ilustrando esse blog desde a semana anterior. Hoje será celebrada, no Copacabana Palace, essa data histórica, em um evento de gala para 1.500 convidados. Uma festa inequivocamente merecida para um jornal que é parte da História do Brasil.

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Dia de Gigante, Líder e Estrela

O momento espetacular vivido pelas duas equipes cariocas no Campeonato Brasileiro é promessa de casa cheia. O rubronegro vem de vitória de lavar a alma sobre o seu desafeto dentuço; cujo time, além de perder no Engenhão, desperdiçou dois pontos ontem no Canindé e está cada vez mais distante do líder tricolor. A chamada criada pela Todos Nós, empolgada, apostou no entusiasmo da clube da Gávea para continuar subindo e na determinação do elenco das Laranjeiras em abrir distância sobre o segundo colocado. No mesmo horário, em Pituaçu, o novo xodó da mídia, o holandês Seedorf, enfrenta o Bahia, e também tem destaque no anúncio. Alvinegros inconformados podem reclamar que destaque é só quando tem o escudo. Não seja por isso. A torcida comparece com o próprio peito, se o assunto é deixar a Estrela Solitária bem na foto.

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Amarraram o cavalo no Obelisco

A série de anúncios em comemoração aos 185 anos do Jornal do Commercio completa a semana com a Revolução de 30, em uma campanha – literalmente – histórica. Tendo iniciado na segunda-feira com a Guerra do Paraguai, onde pontificou o Duque de Caxias, a sucessão de peças de meia-página passou por vultos como a Princesa Isabel, Marechal Deodoro, Oswaldo Cruz e, hoje, Getúlio Vargas. A mídia veiculada vem envolvendo grandes jornais nas principais capitais do Brasil, incluindo Brasília, Belo Horizonte, Recife e, claro, Rio de Janeiro.

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O doente em armas contra a saúde

Convulsão social até hoje bastante nebulosa, a Revolta da Vacina integra o folclore que divide o Brasil atrasado e o Brasil progressista. As imagens e crônicas remanescentes exibem a estapafúrdia (principalmente aos olhos contemporâneos) situação de um povo doente a guerrear contra a autoridade pública que busca curá-lo. É fato, mas que sob essa versão reducionista se restringe a acusar a ignorância da época. Houve sobretudo malícia e manipulação política. A população estava contra a lei que tornava obrigatória a tal vacina e a oposição ao governo se valeu da reação popular para transformar o assunto em bandeira em prol do regime anterior, militar. O Jornal do Commercio registrou a sanha da população contra o que era considerada uma arbitrariedade do governo, que ousava expor braços e nádegas das moças pudicas à glutonice dos seringueiros – na visão das gentes de então incumbidos, pelo presidente Rodrigues Alves, de espetar o povo. É mais uma bela viagem pela história que nos proporciona a campanha dos 185 anos do JC. E, para a agência, um prazer renovado a criação de cada anúncio.

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Pondo fim a um império

O golpe militar que encerrou o período imperial no Brasil, também conhecido por “Proclamação da República”, foi o momento histórico retratado hoje na campanha comemorativa dos 185 anos do Jornal do Commercio. Analisada de forma mais ou menos generosa de acordo com a fase atravessada pelo País, a monarquia brasileira tem atualmente reconhecida sua importância política. É também fantástico que possamos utilizar a propaganda para falar um pouco de história – contribuição que poderia ser mais frequente, não? seria bom. O anúncio, no formato de meia página, está sendo veiculado no JC e e em outros importantes jornais brasileiros líderes de mercado, como o Correio Braziliense e o Estado de Minas. Repercussão mais do que merecida.

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Liberdade, abre as asas sobre nós

A assinatura da Lei Áurea pela Princesa Isabel é um dos momentos mais simbólicos da nossa história- e é o tema do anúncio veiculado hoje no Jornal do Commercio e em outros grandes jornais do Brasil sobre os 185 anos do JC. O texto de época e a belíssima fotografia que ilustram a peça dimensionam a grandeza do acontecimento (a Abolição foi também a peça escolhida para veiculação em revista, como destacado nesse blog em 28 de agosto último). A campanha, iniciada ontem, terá ao longo das próximas duas semanas o registro de outros fatos marcantes da trajetória do País. A Todos Nós assina a campanha.

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Testemunha e personagem

“Entrou hontem de Montevidéo o vapor inglez Hershel…” A campanha comemorativa dos 185 anos de circulação do Jornal do Commercio começa hoje, com anúncios que destacam a presença do jornal em momentos decisivos da História brasileira. A Todos Nós trouxe para as peças trechos originais dos textos publicados pelo JC à época, ilustrados por imagens que reforçam a dimensão histórica de cada acontecimento. O título da campanha sintetiza o seu próprio conceito: “Jornal do Commercio. 185 anos narrando a história do Brasil.”  A logo criada pela agência ganha a assinatura “Um veículo que tem a credibilidade conferida pela História.” Os materiais estão sendo veiculados a partir de hoje, em jornais de todo o país. Cada dia um novo anúncio será publicado, inclusive – e naturalmente – aqui. Acompanhe e se divirta.

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A ordem é pau no lanterna

De ânimo renovado, com novos nomes chegando e o garoto Adryan mostrando a que veio, a nação rubronegra parte mais confiante para a rodada do fim de semana e os precipitados temores de rebaixamento são postos um tanto de lado. O jogo contra o Atlético Goianiense, lanterna da competição, foi o escolhido para ser o grande destaque da transmissão da Tupi nesse domingo, com anúncio criado pela Todos Nós programado para o jornal Marca. O time goiano aprontou contra o líder – o que é sempre bom para o Flamengo entrar mais ligado em campo.

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Nem o mais desavisado

Hoje é, definitivamente, o último dia. Quem reservou espaço e mandou o PI já tem seu lugar pré-determinado. Quem, porém, ainda pensa em participar e não o fez, é melhor fazer contato agora mesmo com o departamento comercial do Jornal do Commercio. Uma histórica edição do Jornal do Commercio está sendo finalizada e em breve será peça de colecionadores; não convém ficar de fora. Assim, para não deixar ao relento nem o mais desavisado dos anunciantes, no JC desse 21 de setembro estamos publicando um anúncio final advertindo o mercado. No canto superior direito está bem assinalado: “Último Dia”. Menos mal que o material pode ser enviado na próxima semana.

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O patrimônio paisagístico

O Projeto Rio Limpo – decreto instituído pela Prefeitura carioca para a retirada de material publicitário do espaço urbano, cujo objetivo é “valorizar e preservar o patrimônio paisagístico” – já retirou 114 peças de mídia externa no Rio de Janeiro. A iniciativa é louvável, por tratar do zelo pela coisa pública, em uma cidade de forte apelo turístico. O painel da Tupi em frente à UERJ, instalado bem acima da linha de circulação de carros e pedestres – como você vê acima -, não foi exceção. Pena que o projeto não abranja a poluição visual provocada pelas placas e cavaletes eleitorais. O decreto, recentemente considerado ilegal pela Justiça e suspenso, deve, em prevalecendo, se pautar pela harmonia estética do espaço público, a qualquer tempo e hora. Se é fato que a agressão visual merece ser excluída, deve ser mantida a comunicação que respeite o equilíbrio paisagístico – com critérios, a definir, que privilegiem o aspecto positivo para o Rio. Para a cidade, para os cidadãos e para a economia.

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Edição extra com alta tiragem

O anúncio criado pela Todos Nós para a Tridimensional Engenharia ganhou circulação extraordinária na trigésima feira internacional Rio Oil & Gas, que iniciou segunda-feira e terminará amanhã, no Riocentro, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A inserção, publicada nessa edição de setembro da revista Brasil Energia, teve uma tiragem extra de 11 mil exemplares exclusivamente para distribuição nos 4 dias do evento, prestigiado pelas maiores companhias do mundo no setor. Não obstante, uma boa sugestão para  o próximo Rio Oil & Gas será o aperfeiçoamento da sinalização interna, facilitando a localização dos estandes. Melhor deixar as naturais dificuldades de localização para a prospecção em alto mar, onde os contratos são de risco.

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Uma audiência legítima

O mesmo busdoor visto em um pequeno detalhe no post de terça-feira, 4/9 – o da greve, você viu? -, agora flagrado com destaque, seguindo em direção à Rua Camerino, no centro antigo do Rio. O personagem da campanha “Tupi Eu Ouço Aqui” foi extremamente valorizado pelo carisma do ator Alan Filho, que é quem fecha, pra cima, o comercial. Em tempo: no filme e nas peças publicitárias, o figurino é do próprio ator; que, por sua vez, é ouvinte confesso e assíduo da Super Rádio Tupi. Mais legítimo, impossível.

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